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·01 de agosto de 2026
Pavlidis fica na Luz: só uma proposta irrecusável tira o grego do plano de Marco Silva

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Quatro golos ao St. Gallen numa quinta-feira à noite. Foi isto que Pavlidis fez esta temporada, e é isto que explica porque é que o treinador do Benfica não quer nem ouvir falar em vendê-lo.
Marco Silva bateu o pé. O grego é peça intocável no seu esquema, o homem que resolve jogos sozinho quando a equipa precisa, e o técnico não abre a porta a discussões sobre o futuro do avançado. A mensagem interna é clara, Pavlidis fica.
E a direção segue o mesmo caminho. Não há, neste momento, qualquer plano para colocar o avançado no mercado. O Benfica sabe o que tem, um homem capaz de fazer quatro à equipa suíça numa única exibição, e não vai facilitar a saída de um jogador desse calibre a meio de época nem no verão que se segue, salvo se acontecer o impensável.
Porque há sempre um salvo se. E este é grande. Só uma proposta considerada irrecusável muda a equação. Falamos de valores que obriguem o Benfica a sentar-se à mesa mesmo sem vontade de vender, o tipo de oferta que transforma o improvável em inevitável. É a válvula de escape que qualquer clube deixa aberta, mesmo quando não quer usá-la.
Para já, essa oferta não existe. Até ao momento não chegou nenhuma proposta pelo avançado, nem irrecusável nem recusável. O mercado fala, especula, arranja pretendentes ao pontapé de saída de cada época, mas quem manda no processo é quem tem o jogador, e o Benfica não está com pressa nenhuma de o negociar.
A notícia foi avançada pelo Record, mas a verdade nua e crua é simples, Pavlidis continua na Luz, Marco Silva quer que continue, e só um cheque fora de série muda essa história. Por agora, os golos falam mais alto do que qualquer rumor de mercado.







































