Portal dos Dragões
·25 de março de 2026
“Porquê Desconfiaram do FC Porto?”: Vítor Pinto questiona Federação sobre Caso Diogo Costa

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Há uma pergunta que Vítor Pinto, subdiretor do Record, deixou sem resposta — e que merece resposta: porque é que a Federação Portuguesa de Futebol aceitou sem reservas a informação clínica do Manchester City sobre Bernardo Silva, e não fez o mesmo com a informação do FC Porto sobre Diogo Costa?
O que o FC Porto comunicou — e quandoSegundo Vítor Pinto, o FC Porto alertou a Federação logo no início da semana: Diogo Costa tinha um edema, estava a passar por dificuldades, e era provável que tivesse de parar após a jornada do fim de semana. A informação foi transmitida com uma semana de antecedência.Ainda assim, após o jogo com o Sporting de Braga, o guardião foi obrigado a fazer a viagem de carro até Lisboa — cerca de 700 quilómetros — para realizar uma ressonância magnética que acabou por confirmar exatamente o que o clube já tinha comunicado.
O contraste com Bernardo SilvaNa mesma convocatória, Bernardo Silva terá sido dispensado com base na informação clínica transmitida pelo Manchester City. Ninguém questionou. Ninguém pediu confirmação presencial. O jogador ficou em Manchester, jogou 90 minutos no fim de semana e levantou a taça.
Para Vítor Pinto, a conclusão é inevitável: a Federação tratou de forma diferente a informação médica de um clube inglês e a de um clube português. E isso, diz o jornalista com toda a clareza, não faz sentido.
“A informação clínica tem que ter o mesmo peso”O subdiretor do Record foi direto: a informação clínica do FC Porto, do Benfica, do Sporting, do Sporting de Braga ou de qualquer outro clube português tem de ter exactamente o mesmo peso, a mesma respeitabilidade e a mesma deontologia que a de qualquer clube da Premier League.Obrigar Diogo Costa a uma deslocação de 700 quilómetros para confirmar uma lesão sobre a qual a Federação já estava informada há uma semana é, nas palavras de Vítor Pinto, algo que simplesmente não faz sentido. E que merece explicação — de Roberto Martínez, do Departamento Médico da Federação, e do presidente Pedro Proença.









































