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·13 de agosto de 2026
Portal: MorumBYD avança em negociações e São Paulo pode ter novo parceiro

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Portal: MorumBYD avança em negociações e São Paulo pode ter novo parceiro
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BYD é considerada a empresa mais avançada nas conversas, mas Tricolor também avalia propostas de outras companhias para substituir a Mondelez
O São Paulo está avançando nas negociações para definir o futuro do naming rights do Morumbi. O clube conversa atualmente com pelo menos três empresas interessadas em assumir os direitos de nome do estádio, e a BYD aparece como a companhia com as tratativas mais adiantadas.
Apesar disso, o acordo ainda está longe de ser considerado fechado. A diretoria mantém outras opções na mesa e avalia propostas que podem oferecer melhores condições financeiras e um contrato mais longo. Informações do ge sobre a retomada na negociação.
Caso a negociação com a BYD avance até um acordo, o estádio poderia manter a lógica utilizada atualmente com a Mondelez.
A ideia seria transformar o nome Morumbi em “MorumBYD”, criando um trocadilho entre o nome tradicional da casa são-paulina e a marca da montadora chinesa.
No entanto, o São Paulo não está limitado a esse formato.
O clube também conversa com empresas que não pretendem associar diretamente suas marcas ao nome Morumbi. A diretoria abriu o leque de possibilidades justamente para encontrar a proposta que apresente o melhor equilíbrio entre valor financeiro, duração do contrato e condições comerciais.
Atualmente, o São Paulo recebe R$ 25 milhões por ano da Mondelez pelo acordo de naming rights do estádio.
O contrato foi assinado em dezembro de 2023 e tem duração de três anos, chegando ao fim após a temporada de 2026.
As conversas com a Mondelez ainda não são consideradas oficialmente encerradas, mas existe a percepção dentro do clube de que uma renovação será difícil.
Por isso, a diretoria já trabalha para encontrar uma nova parceira comercial.
A intenção é conseguir não apenas um valor anual superior aos atuais R$ 25 milhões, mas também um contrato com duração maior do que três anos.
Entre as empresas que negociam com o São Paulo, a BYD é considerada a que apresenta o estágio mais avançado nas conversas.
Isso, porém, não significa que a montadora chinesa esteja perto de assinar o contrato.
O clube segue avaliando outras propostas e não pretende tomar uma decisão apenas pela possibilidade de utilizar o nome “MorumBYD”.
A prioridade da diretoria é encontrar a negociação mais vantajosa para as receitas do estádio.
Dessa maneira, caso outra empresa apresente uma oferta financeira mais interessante e com prazo contratual mais longo, o São Paulo poderá optar por um naming rights sem qualquer trocadilho com “Morumbi”.
As tratativas estão sendo conduzidas pelo novo diretor de marketing do São Paulo, André Marques.
Ele assumiu o departamento em junho, ocupando a posição anteriormente exercida por Eduardo Toni, responsável pelas negociações que levaram ao primeiro acordo de naming rights do Morumbi.
A nova gestão terá justamente o desafio de definir um dos contratos comerciais mais importantes do clube para os próximos anos.
Além da receita anual, o São Paulo busca uma parceria que possa oferecer maior previsibilidade financeira e contribuir para o planejamento de longo prazo da instituição.
O atual contrato com a Mondelez termina ao final de 2026. Por isso, o São Paulo trabalha para definir seu próximo parceiro comercial antes do encerramento do vínculo.
A possibilidade de o estádio se chamar MorumBYD ganhou força devido ao estágio avançado das conversas com a montadora.
Entretanto, ainda não existe acordo fechado, e outras empresas continuam na disputa.
O cenário indica que o futuro nome do estádio dependerá principalmente de quem apresentar a melhor proposta comercial ao São Paulo.

Ainda não. A BYD é considerada a empresa mais avançada nas negociações, mas o acordo não foi fechado.
Atualmente, a Mondelez detém os naming rights e paga R$ 25 milhões por ano ao São Paulo.
O contrato atual foi firmado em dezembro de 2023 por três anos e termina ao final da temporada de 2026.
O clube busca aumentar o valor anual em relação aos atuais R$ 25 milhões e também pretende negociar um contrato com duração superior a três anos.
Não. O clube conversa com pelo menos três empresas e mantém outras propostas abertas.
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