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·17 de fevereiro de 2026
Portuguesa x Corinthians terá torcida dividida no Canindé; entenda o motivo

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·17 de fevereiro de 2026

No domingo (22), o Corinthians enfrenta a Portuguesa pelas quartas de final do Paulistão. O tradicional embate será disputado no estádio do Canindé, já que a Lusa terminou a primeira fase na 4ª posição, enquanto o Timão na 5ª. Para esse duelo das 20h30 (horário de Brasília), as diretorias dos clubes combinaram uma divisão igualitária de ingressos.
Segundo informação divulgado pelo 'uol', 7.500 entradas serão destinadas para ambas as torcidas. A autorização para carga meio a meio só foi possível porque partidas contra a Portuguesa não são classificadas pelas autoridades no mesmo patamar de risco dos clássicos. Ou seja, embates contra São Paulo, Santos, Palmeiras e os dois de Campinas (Ponte Preta e Guarani).
Além disso, dado o bom relacionamento entre Corinthians e Portuguesa, estão previstas ações conjuntas de promoção da partida. Em meio a jogos tradicionais no futebol paulista, que acontecem com torcida única, visto por muitos como um retrocesso, essa movimentação é um avanço. Ainda mais que a Lusa já foi considerada a "quinta grande" do Estado.
A Lusa SAF aguarda apenas a confirmação oficial da Polícia Militar para anunciar a divisão de ingressos.
Segundo o 'uol', o bom relacionamento entre as diretorias de Corinthians e Portuguesa tem sido destacado nos bastidores. O Timão, inclusive, defendeu que o confronto fosse mantido no Canindé. Isso porque, foi cogitado vender mando para um estádio com mais "apelo".
Até o momento, o Corinthians já adquiriu 7 mil ingressos para repassar aos seus torcedores. A expectativa inicial era contar com 10 mil bilhetes, como ocorreu com o Palmeiras na primeira rodada do Paulistão. No entanto, a Portuguesa defendeu que o contexto agora é diferente por se tratar de um confronto eliminatório.
Dentro da própria Lusa SAF houve debate sobre a divisão. Parte dos investidores defendia uma carga desigual, sendo somente 5 mil ingressos para a Portuguesa e 10 mil para o Corinthians, defendendo o argumento visando lucro. No entanto, o presidente Alex Bourgeois foi convencido de que o modelo ideal seria o 50% para cada lado.









































