Jogada10
·27 de julho de 2026
Presidente da Fifa manda que os críticos meditem e orem

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·27 de julho de 2026

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, usou as redes sociais para responder às críticas à Copa do Mundo de 2026. Em uma carta aberta, o dirigente afirmou que o futebol deve ser um instrumento de união. Além disso, o dirigente acusou parte dos críticos de disseminar informações falsas sobre a competição.
“Para aqueles que gastam seu tempo e energia nos odiando, por favor, reservem um momento para refletir, meditar, orar ou assistir a uma partida de futebol e observar atentamente os rostos, os olhos, as emoções”, destacou.
“Aos que, por trás de suas canetas e papéis, ou atrás de suas telas, espalham ódio e rumores falsos, quero dizer que, enquanto vocês permanecem aí, nós, na Fifa, estamos na linha de frente organizando, trabalhando arduamente e entregando o maior espetáculo do mundo.”
A divulgação da carta de Infantino ocorreu após questionamentos sobre como a Fifa conduziu o caso disciplinar de Folarin Balogun. A entidade decidiu suspender a aplicação automática da punição de um jogo pela expulsão do atleta contra a Bósnia e Herzegovina, medida que tomou após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intervir na situação.
“Cartões vermelhos ou amarelos potencialmente equivocados, ou decisões posteriores de não suspender jogadores em determinadas situações, são algo rotineiro e amplamente aceito em algumas das maiores ligas do mundo”, afirmou.
“É curioso que justamente os países que adotam essas práticas sejam os que mais as criticam.”

Infantino em jogo da Copa do Mundo – Foto: Alex Slitz/Getty Images
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Infantino afirmou que a participação de países afetados por tensões políticas e desafios na área da saúde demonstrou a capacidade do futebol de superar divisões.
Enquanto a presença do Irã ocorreu em meio às tensões com os Estados Unidos, a crise interna no Haiti e o surto de ebola na República Democrática do Congo também atraíram atenção para questões ligadas à concessão de vistos e às restrições de viagem.
O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, escalado para a Copa do Mundo, foi impedido de entrar nos Estados Unidos apesar de possuir visto válido.
“O Irã entrou nos Estados Unidos sem qualquer incidente ou conflito. A seleção iraniana recebeu vistos para entrar porque o futebol é sobre paz. Não é sobre política. Países que enfrentam sérios problemas de saúde ou outros desafios receberam vistos.”
“Quando o futebol levou o Haiti ao mundo — um país que muitos não conseguem ou escolhem não visitar — talvez seja hora de deixar de lado as canetas e os teclados e demonstrar respeito pelas equipes que entraram em campo.”







































