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·02 de março de 2026
Presidente da FPF que riu de penalti não marcado para o SPFC é investigado pela Polícia Civil

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Presidente da FPF que riu de penalti não marcado para o SPFC é investigado pela Polícia Civil
Segundo reportagem de Rodrigo Capelo do Estadão, Reinaldo Carneiro Bastos da FPF é alvo de investigação da Polícia Civil por aumento patrimonial sem lastro. Veja:
“Suspeitas tiveram origem em fato criminal do Ministério Público de São Paulo, que identificou evolução patrimonial ‘vultuosa e desprovida de lastro’ por parte do dirigente; mandatário diz que não foi notificado e tampouco tem ciência sobre a existência do inquérito
Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), é alvo de inquérito policial que apura crimes de gestão fraudulenta e falsidade ideológica. Procurado pela reportagem, o mandatário da entidade alega não ter sido notificado nem ter conhecimento sobre o inquérito.
“O presidente da Federação Paulista de Futebol, Reinaldo Carneiro Bastos, jamais foi notificado sobre qualquer inquérito a seu respeito e desconhece tal informação”, afirma o mandatário.
A investigação foi protocolada pelo 23º Distrito Policial de Perdizes, em 23 de janeiro. A FPF figura como vítima das supostas irregularidades, que incluem infrações previstas na Lei de Crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.
O processo teve origem em notícia de fato criminal do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), que identificou evolução patrimonial considerada “vultuosa e desprovida de lastro” por parte do mandatário.
Os promotores Beatriz Lotufo Oliveira e Júlio César Matias Soares sustentam que os fatos narrados podem configurar crimes de lavagem de dinheiro e infrações contra a ordem tributária.
“Trata-se de notícia de fato criminal narrando, em síntese, que o Presidente da Federação Paulista de Futebol, Reinaldo Carneiro Bastos, enquanto no exercício da direção de entidade privada com relevante interesse público, obteve vultuosa evolução patrimonial desprovida de lastro, situações que, em tese, podem caracterizam a prática de crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro, dentre outros”, disse o MP em despacho de 15 de janeiro.
Com o encaminhamento do caso ao Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), a investigação entra em fase de diligência para confrontar os dados financeiros com a evolução patrimonial citada pelos promotores.
Em 25 de março, a FPF elegerá presidente para o próximo ciclo. Reinaldo busca seu quarto e último mandato. A trajetória dele no cargo começou em 2015, quando assumiu a vaga deixada por Marco Polo Del Nero, que na ocasião migrou para a presidência da CBF.”
Além desse processo citado, ele está mencionado nas investigações da contratação da Milclean, empresa contratada pelo São Paulo e alvo de trabalhos sobre o tema na Polícia Civil citados recentemente pelo Estadão. Parece que os dias de riso na entidade estão com os dias contados…
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