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·30 de março de 2026

Presidente do São Paulo declara apoio à expulsão de Mara Casares e Douglas Schwartzmann

Imagem do artigo:Presidente do São Paulo declara apoio à expulsão de Mara Casares e Douglas Schwartzmann

O presidente do São Paulo, Harry Massis, declarou ser a favor da exclusão de Mara Casares e Douglas Schwartzmann do quadro associativo da instituição. A Comissão de Ética do Conselho Deliberativo finalizou o relatório de investigação no caso de exploração clandestina de camarote no Morumbis e protocolou o pedido de expulsão da dupla.

“Meu voto será a favor da expulsão. Se a Comissão de Ética recomendou esta decisão, tenho plena confiança na investigação do órgão e acredito que é o melhor para a instituição. Diariamente, estamos trabalhando para mudar o futuro do São Paulo Futebol Clube e esta é mais uma medida importante”, afirmou Massis.


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“Na minha gestão, honestidade e integridade são valores inegociáveis e lutarei a qualquer custo para tornar o clube mais transparente e respeitoso com os nossos torcedores”, garantiu.

O relatório agora segue para o Conselho Deliberativo. Uma votação deverá ser convocada para que os conselheiros possam decidir sobre o tema. Todos os conselheiros do órgão fiscalizador: Antônio Maria Patiño Zorz, Felipe Nelli Soares, Luiz Augusto Lia Braga, Marcelo Felipe Nelli Soares e Milton Jose Neves Junior concordaram com a solicitação de expulsão da dupla.

Entenda o caso

Áudios entre Douglas Schwartzmann, diretor adjunto da base do São Paulo, e Mara Casares, ex-esposa do presidente Julio Casares e diretora cultural e de eventos, revelaram um esquema ilegal de comercialização de um camarote para shows realizados no Morumbis.

Após o vazamento do caso, no início do ano, Schwartzmann e Mara pediram licença de seus cargos.

Na gravação, revelada pelo ge, Schwartzmann admitiu que ele, Mara e outras pessoas ganharam dinheiro com o esquema. Ele afirmou que Mara Casares recebeu do superintendente Marcio Carlomagno um camarote e comercializou ingressos do show da cantora colombiana Shakira, em fevereiro deste ano.

Carlomagno era considerado o braço direito de Julio Casares, que renunciou em janeiro. Ele tomou essa decisão dias após a aprovação do processo de impeachment por parte do Conselho Deliberativo do clube.

O camarote que motivou a gravação vazada, no centro de um processo judicial, foi o 3A, no setor leste do Morumbis. Em documentos do clube, esse espaço consta como “sala presidência” e fica em frente ao escritório do presidente Julio Casares.

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