Jogada10
·26 de fevereiro de 2026
Presidente do São Paulo recusa cartão corporativo e plano de saúde após polêmica

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·26 de fevereiro de 2026

Logo após assumir a presidência do São Paulo, Harry Massis recebeu notificação de que o clube poderia arcar com o plano de saúde do novo mandatário e também que haveria um cartão corporativo para ser entregue. No entanto, Massis rejeitou os benefícios, que são garantidos aos governantes do Tricolor Paulista. Tal decisão foi a principal tomada visando o projeto tolerância zero contra corrupção.
Há também um incômodo grande internamente com salários atrasados, e cortar custos foi a primeira medida do dirigente. Outras práticas de contenção vão para o futebol, diminuindo o número de funcionários. A medida tomada foi a de centralizar o departamento em Rui Costa.
Em pouco mais de um mês no São Paulo, a nova gestão realizou diagnósticos das principais dificuldades do clube. Assim, optou por colocar as demandas voltadas no futebol como prioridade, como a busca de acordos por salários.

Harry Massis completa um mês como presidente do São Paulo – Foto: Reprodução / Instagram
Harry Massis, inclusive, promete investigações sérias em casos contra corrupção no clube. Semana passada, o Conselho Deliberativo do São Paulo recebeu denúncia envolvendo a própria filha de Harry Massis. A alegação é de que Christina Massis estaria supostamente envolvida em revendas irregulares de ingressos de shows no Morumbis. A informação é da ESPN.
Com isso, o presidente quer dar fim a ciclos de poder do clube parentes, incluindo sua filha. Ele garante, porém, que um eventual processo contra Christina, em caso de necessidade, avançará normalmente.
“Recebi com surpresa e indignação o relato da minha filha Christina sobre a revenda de ingressos de shows. Não compactuo com a lamentável atitude dela e defendo que a comissão de ética do clube aprofunde as apurações sobre o caso”, disse ao “Uol”.
Na última gestão, Julio Casares não conseguiu cumprir promessas. A dívida do clube ainda chegou a quase R$ 1 bilhão, em oposição à promessa de responsabilidade financeira feita na primeira eleição. Por fim, desde o final de 2025 escândalos atingiram a gestão.
Além da possível exploração irregular de camarotes do Morumbis, que levaram à abertura do processo de impeachment, uma investigação da Polícia Civil que apura corrupção no clube jogou ainda mais pressão sobre o dirigente. Com a aprovação no Conselho Deliberativo, Julio Casares se tornou o primeiro presidente da história do São Paulo a sofrer impeachment.







































