Prestianni nega ofensa racista contra Vini Jr e alega insulto homofóbico à Uefa | OneFootball

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·21 de fevereiro de 2026

Prestianni nega ofensa racista contra Vini Jr e alega insulto homofóbico à Uefa

Imagem do artigo:Prestianni nega ofensa racista contra Vini Jr e alega insulto homofóbico à Uefa

Gianluca Prestianni apresentou a sua defesa oficial na Uefa sobre o grave incidente ocorrido na Champions League. O atacante deu sua versão à entidade máxima do futebol europeu sobre o episódio no qual foi acusado de ter chamado Vinicius Jr de “macaco”. Durante o depoimento formal, o argentino afirmou que xingou o brasileiro de “maricón”, uma ofensa homofóbica, e negou expressamente o uso da palavra espanhola “mono”.

Companheiros de equipe do brasileiro apresentaram relatos divergentes sobre a confusão no gramado. Aurélien Tchouaméni concedeu entrevista na zona mista do Estádio da Luz e confirmou a versão do adversário sobre o termo homofóbico. O volante francês detalhou o diálogo tenso entre os jogadores após a paralisação da partida.


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“Isto não pode acontecer. O Vinícius nos disse que o rapaz lhe chamou de macaco, com a camisa por cima da boca. Depois, o rapaz (Prestianni) garantiu que não disse nada disso, que o chamou de ‘viado’. Conversamos como equipe e o Vini disse que tínhamos que continuar jogando. Não sei o que dizer. Vamos conversar. Isso não pode acontecer”

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Momento da discussão entre Prestiannu e Vini Jr – Foto: Reprodução

Possíveis punições a Prestianni

Independentemente da ofensa exata proferida, o regramento disciplinar prevê penas severas para ambas as infrações. O uso de vocabulário homofóbico ou racista pode render dez jogos ou mais de suspensão ao atleta. Além disso, um painel de conselheiros da Fifa sugeriu recentemente que os jogadores que cobrem a boca durante discussões no campo também devem sofrer punições rigorosas.

Paralelamente ao inquérito contra o jogador, a diretoria do Benfica iniciou investigações nas arquibancadas. A instituição identificou os torcedores que fizeram gestos racistas direcionados ao brasileiro durante o confronto. A agremiação verificará se os indivíduos são sócios. Em caso positivo, o processo interno poderá resultar na expulsão definitiva do quadro societário.

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