Coluna do Fla
·12 de julho de 2026
Prestianni quebra silêncio após marcação dura de jogadores do Flamengo

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·12 de julho de 2026

Só o nome do jogo entre Flamengo e Benfica (POR) no sábado (11) era amistoso, porque dentro de campo os atletas levaram o compromisso com seriedade. Afinal, os rubro-negros caçaram Gianluca Prestianni, que entendeu a marcação dura como uma forma de provocação.
Não responder à provocação também é um sinal de caráter. Não por falta de força, mas porque se aprende que alguns argumentos visam simplesmente ver a pessoa perder a compostura, a dignidade e o respeito próprio. A elegância também consiste em não se rebaixar a nenhum nível”, afirmou o atacante do Benfica em publicação no Instagram.
Prestianni começou como reserva no Estádio do Algarve. A ausência do argentino manteve a tranquilidade no campo. Contudo, quando o atacante entrou, Emerson Royal, Erick Pulgar e Johnny o trataram com maior rigidez.
A situação dentro de campo contagiou o banco de reservas, o que deu origem a uma discussão acalorada entre técnicos. Então, Leonardo Jardim confirmou que a chegada de Prestianni no gramado mexeu com o emocional dos jogadores rubro-negros..
O argentino é acusado de racismo por supostamente chamar Vini Jr., revelado pelo Flamengo, de macaco. O caso ocorreu na Champions League 2025/26 após o atacante do Real Madrid (ESP) dançar na comemoração de um gol sobre o Benfica.
Além da marcação dura, o acusado recebeu uma punição de seis jogos de suspensão. Para evitar situações parecidas, a FIFA informou que haverá sanção para o atleta que cobrir a boca para falar durante uma partida de futebol oficial.
Segundo Samuel Lino e Emerson Royal, o fato de Vinicius Júnior ser uma revelação do Flamengo não foi uma motivação a mais para marcar Prestianni. Portanto, os rubro-negros descartam a ideia de vingança retroativa sobre o argentino.
Os jogadores do Flamengo desconversaram, mas todos sabem que tem a ver com o episódio do suposto racismo, sim. Toda essa situação seria evitada se a UEFA tivesse aplicado uma punição séria”, disse João Vítor Reis, do Coluna do Fla, que acrescentou: Racismo é crime. Então, as investigações deveriam ser intensas para descartar ou não a violência verbal contra Vini Jr. Do jeito que está, Prestianni saiu impune, o que irrita qualquer pessoa com o mínimo de senso de justiça”, opinou.
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