Revista Colorada
·08 de setembro de 2026
Qual foi o último trabalho de Celso Roth?

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Pontos-chave
Saída de Celso Roth do Juventude
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Celso Roth, de 65 anos, pediu para deixar o comando do Juventude em 25 de fevereiro de 2023.
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O pedido ocorreu poucos dias após a eliminação do Juventude na primeira fase da Copa do Brasil diante do São Luiz.
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A diretoria pretendia manter Roth até o clássico com o Caxias, previsto para 27 de fevereiro, mas ele saiu antes do jogo.
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Em 13 jogos pelo clube nesta passagem, o Juventude teve 2 vitórias, 5 empates e 6 derrotas, com aproveitamento de 28%.
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Sob seu comando o time marcou 14 gols e sofreu 22, evidenciando dificuldades na temporada.
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Roth teve quatro passagens pelo Internacional, incluindo o bicampeonato da Libertadores em 2010 e o rebaixamento do clube em 2016.
O técnico Celso Roth, de 65 anos, deixou o comando do Juventude no dia 25 de fevereiro de 2023, após pedir para deixar o clube. O pedido aconteceu poucos dias após o time cair na primeira fase da Copa do Brasil, superado pelo São Luiz. Desde então, não assumiu mais trabalhos dentro do futebol.
A saída surpreendeu a diretoria do clube, que tinha a intenção de manter Roth no cargo pelo menos até o clássico com o Caxias, previsto para a segunda-feira seguinte, dia 27 de fevereiro. O treinador, no entanto, optou por não esperar o duelo e comunicou sua saída antes que ele acontecesse.
Contratado em 28 de outubro de 2022 para planejar a temporada seguinte, Roth assumiu o Juventude logo após a confirmação do rebaixamento para a Série B.
A tentativa de levar o Juventude adiante na Copa do Brasil não teve o desfecho esperado. Em 13 jogos pelo Campeonato Gaúcho, pelo Brasileiro e pela Copa do Brasil, o time somou 2 vitórias, 5 empates e 6 derrotas, com aproveitamento de 28%.
Sob o comando de Roth, o Juventude marcou 14 gols e sofreu 22. A diferença negativa expôs as dificuldades da equipe na adaptação para a temporada.
A eliminação diante do São Luiz na Copa do Brasil frustrou o principal objetivo traçado para o início do ano. Com a queda antecipada no torneio nacional, a pressão se concentrou inteiramente na campanha irregular do Gauchão.
O momento mais marcante veio em 2010, quando assumiu o Inter nas semifinais da Libertadores e conduziu o clube ao bicampeonato continental, superando São Paulo e Chivas. Após o título, porém, ficou marcado pela eliminação para o Mazembe no Mundial de Clubes e deixou o cargo em 2011. Roth ainda voltou em 2016, com a missão de evitar o rebaixamento, mas não conseguiu impedir a queda inédita do Inter para a Série B.







































