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·02 de outubro de 2026
Quem pode substituir Arrascaeta? Veja as opções de Jardim no Flamengo

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Caso o meia Giorgian de Arrascaeta fique de fato por oito semanas se recuperando da cirurgia para corrigir a fratura em seu punho esquerdo, o Flamengo perderá seu camisa 10 para praticamente todo o resto da temporada. No melhor dos cenários, voltaria em seis semanas, o que ainda o permitiria atuar em quatro rodadas do Brasileirão, além de uma eventual final da Libertadores.
Neste caso, ele ficaria pelo menos oito jogos fora de ação. O período ausente é parecido em relação à sua última contusão, mais cedo neste ano. O Jogada10 procurou, então, quais foram as soluções do técnico Leonardo Jardim na época, já prevendo alguns possíveis cenários para o treinador português.

Samuel Lino deitou e rolou quando jogou de 10 contra o Coritiba – Foto: ADRIANO FONTES /FLAMENGO
Em sua última grande ausência, de Arrascaeta perdeu nove jogos seguidos por conta de uma lesão na clavícula direita, sofrida ao fim de abril em duelo contra o Estudiantes (ARG), ficando entre 3 de maio e 23 de julho sem atuar pelo Mengo. Nestes jogos em questão, Jardim quebrou a cabeça para encontrar seu substituto. Ao todo, foram cinco vitórias, dois empates e duas derrotas, com aproveitamento de 62,9%.
E o primeiro teste foi logo no clássico contra o Vasco, no Maracanã, pela 14ª rodada do Brasileirão. Na ocasião, Luiz Araújo foi o escolhido para ser o cérebro da equipe. Sem realizar uma boa atuação, deu lugar a De la Cruz, aos 24′ da etapa final. Ao fim, o Cruz-Maltino buscou o empate após estar perdendo por 2 a 0, garantindo o 2 a 2 no placar.
Depois, Carrascal seria o cara para a função no jogo contra o Independiente de Medellín (COL), pela Libertadores. Com apenas três minutos jogados, porém, o árbitro paralisou o duelo por conta das atitudes hostis do torcedor do time colombiano, que vivia crise.

Carrascal também é alternativa a de Arrascaeta no Fla – Foto: GILVAN DE SOUZA/FLAMENGO
Na partida seguinte, Carrascal conseguiu mostrar que a escolha era uma boa opção. Afinal, marcou o gol único do 1 a 0 sobre o Grêmio, em plena Arena gremista, pelo Brasileirão. Não à toa, permaneceu no setor no confronto seguinte, contra o Vitória, pela Copa do Brasil. Neste jogo, porém, de Arrascaeta fez falta, com o time baiano vencendo por 2 a 0 e eliminando o Rubro-Negro com um Carrascal apagado.
Lucas Paquetá, então, assumiu o setor, empurrando o colombiano para o lado direito. Foi em empate por 1 a 1 contra o Athletico, fora de casa, pelo Brasileirão. Dias depois, Carrascal voltou a atuar como 10, mas não teve boa atuação contra o Estudiantes, no Maraca. Ainda no Maior do Mundo, contra o Palmeiras, o camisa 15 jogou pela direita, com Paquetá por dentro, e vacilou, levando vermelho direto com apenas 20′ de jogo. No fim, vitória por 3 a 0 do Alviverde.

Mesmo sem Arrasca, Flamengo venceu bem o Coritiba no Maracanã – Foto: GILVAN DE SOUZA/FLAMENGO
Já contra o Cusco (PER), adversário de menor expressão, houve espaço para testes, com De la Cruz atuando no setor. O uruguaio teve atuação apagada, com o Flamengo marcando seus três gols após sua saída (para a entrada de Paquetá). Na partida seguinte – a última sem Arrascaeta -, foi a vez de Samuel Lino atuar no setor. E deu certo, com o jogador marcando dois gols e dando uma assistência no 3 a 0 sobre o Coritiba, no Maracanã. Com esta configuração, porém, Bruno Henrique atuou pelo lado canhoto. Será que está aí a resposta de Leonardo Jardim?







































