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·06 de maio de 2026
R$ 58 milhões por mês em futebol foram gastos em 2025 pelo São Paulo mostrando que não é falta de dinheiro, é falta de competência

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·06 de maio de 2026

O São Paulo vive um 2026 marcado por velhos problemas que voltam a assombrar o clube: lesões em alta, gastos milionários sem retorno em campo e agora uma investigação por funcionária fantasma. Com desfalques recordes e balanço de 2025 mostrando R$ 687 milhões investidos no futebol, a torcida questiona: onde está a competência para transformar dinheiro em resultados?

O Tricolor atingiu sete desfalques por lesão antes do jogo contra o O’Higgins, com nomes como Alan Franco, Rafael Tolói, Pablo Maia e Lucas fora de combate – totalizando oito ausências com Bobadilla poupado. O cenário cresce aos poucos e confirma previsões sobre a preparação física sob Paulo Paixão, ecoando crises de 2025 com até 15 lesionados simultâneos. Lucas dificilmente volta nesta temporada, enquanto Marcos Antônio só após a Copa.
Em 2025, o São Paulo gastou R$ 687,2 milhões com futebol (acima dos R$ 530 mi previstos), média de R$ 57 milhões mensais, gerando superávit de R$ 148,7 mi graças a vendas de jogadores (R$ 283,7 mi). Folha salarial (R$ 225,7 mi) e direitos de imagem (R$ 102,5 mi) lideram as despesas, mas sem títulos ou estabilidade. Não é falta de verba, mas de gestão eficiente no campo.
O clube investiga secretária de Olten Ayres, presidente do Conselho Deliberativo: contratada desde 2021 por R$ 7 mil/mês, ela marca ponto idêntico todo mês em home office, sem frequentar Morumbi ou Barra Funda, usando e-mail pessoal. Olten defende o contrato por “confiança”, mas a apuração de Harry Massis pode levar à demissão, em meio a tensão política com pedidos de impeachment.
Abel rebateu críticos do Palmeiras citando o São Paulo: “Quem joga bem e consistente no Brasil com esse calendário? São Paulo?”. O técnico tem razão parcial: o time teve sequências boas (100% na Sul-Americana), mas lesões e oscilações quebram a regularidade. A provocação reflete o calendário exaustivo, mas expõe fragilidades tricolores.
Com dívida reduzida em R$ 110 mi, receitas de transmissão e patrocínios fortes, o São Paulo tem caixa, mas falha na execução: lesões recorrentes, gastos altos sem troféus e agora polêmicas internas. A torcida cobra mudanças urgentes na preparação física e na gestão para 2026 não repetir 2025.
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