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·20 de março de 2026
“Reagiram mais depressa do que pagaram”, o ataque ao comunicado do FC Porto

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O FC Porto reagiu mais depressa ao comunicado do Benfica do que a fazer o depósito do valor a que foi condenado a pagar ao clube da Luz.
No comunicado, longo, o FC Porto diz que o Benfica não citou o que, para eles, é a parte importante, a de dizerem que os e-mails são genuínos. O que o FC Porto opta por não incluir é a parte em que ficou provado que truncaram os e-mails para tentar mostrar que o Benfica cometeu crimes, crimes que nem sequer ficaram provados.
Também optou por não colocar as palavras do juiz Carlos Alexandre, onde se confirma que não se retira qualquer prática de crimes dos e-mails. “Entendemos que houve uma subversão propositada do sentido dos e-mails divulgados com o intuito de fazer crer que estaria em curso um projeto corruptivo, quando dos e-mails e da sua leitura integral não se retira a prática de qualquer crime”, lê-se no despacho de pronúncia. E há mais, o juiz rejeitou os argumentos de que a divulgação era “de interesse público” e que resultava da “liberdade de expressão”, afirmando que não aceita uma liberdade de expressão “maculada pela distorção do conteúdo” para passar uma mensagem que não corresponde à realidade.
Foram condenados e ainda assim tentam reescrever a sentença, escolhendo o que citam e o que escondem. O problema não é reagirem, é fingirem que a parte essencial não existe.









































