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·21 de julho de 2026

Reforço ofensivo do São Paulo fala em sonho, posição, Rússia, ambições e recepção no grupo do sonho

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“FELIPE ESPÍNOLA: Boa tarde a todos, vamos então dar início à entrevista coletiva e apresentação do nosso primeiro reforço nessa intertemporada. Atacante Vitor Sá, chegador de futebol russo, Rafinha, também fará sua primeira apresentação agora como executivo de futebol. Boa tarde, Rafinha, a palavra é sua.

RAFINHA: Boa tarde a todos, a todas. Obrigado, Felipe. Para mim também é um momento especial, minha primeira apresentação aqui nesse novo cargo. E dar boas-vindas ao nosso novo atleta, Vitor Sá, um atleta que foi muito feliz nos clubes que passou, teve muito sucesso e é o jogador que a gente estava buscando para o nosso elenco atual. É um jogador de muita velocidade, de drible, de um para um, é um jogador muito rápido, tanto na parte, na beirada do campo, joga dos dois lados. Isso foi o que nós buscamos durante toda essa janela, procurando.

Até no começo das negociações eu participei de muitas coisas, vendo os jogos do Vitor, vendo os momentos que ele estava vivendo no futebol russo. E chegamos a essa feliz contratação, um jogador que eu tenho certeza que vai nos agradar muito, vai nos ajudar muito durante a temporada. E também agradecer a toda a família, todo o staff do jogador que fez muita força para a gente vir para cá.

Vitor que é um São Paulino, me contou alguns segredos da infância, quando eu vinha ver jogos do Morumbi. E isso é importante, ter jogadores que querem estar no São Paulo, querem vestir a camisa do São Paulo, e isso conta muito para nós. Estamos muito felizes, tenho certeza que o Vitor vai ter grandes temporadas com a camisa do São Paulo, que seja campeão aqui também, que é um jogador que a gente aposta muito.

Dorival gosto muito, que vem apresentando os treinamentos, e tenho certeza que vai ser um jogador que vai nos ajudar muito. Obrigado Vitor, por ter escolhido o São Paulo também. Estava vindo para um dos maiores clubes do mundo, e te desejo toda a felicidade aqui. Que tenha o mesmo sucesso que teve na Rússia. Bota fogo em todos os clubes que passou aqui no São Paulo. Agora é botar em prática tudo, fazer muitos gols para nós também. Me despeço de vocês aqui, e a camisa para ele. E fiquem à vontade para as perguntas aí.

FELIPE ESPÍNOLA: Natural de São José dos Campos, Vitor chega ao São Paulo com o contrato até o final de 2029. No tricolor utilizará a camisa número 27, escolhida por ele em homenagem ao irmão. Obrigado Vitor, vamos dar início à entrevista coletiva com o novo reforço de São Paulo.

PERGUNTA GE: Vitor, tudo bem? A gente está ao vivo no GE aqui no Globo Esporte. Vou pedir só 30 segundinhos e já te faço a pergunta, pode ser? Perfeito, valeu. Obrigado pela compreensão aos colegas aqui também. Vitor Sá, muito boa tarde, obrigado por aguardar aqui que a gente está ao vivo no Globo Esporte de São Paulo. Eu gostaria de te fazer uma pergunta sobre o que te motivou a vir para o São Paulo, esse novo desafio, você que estava na Rússia, e também te perguntar, deu uma saudadezinha de disputar o Brasileirão? Obrigado. Primeiramente, boa tarde a todos. Quero agradecer muitas palavras do Rafinha, agradecer a confiança do São Paulo, do Rafinha, de toda a diretoria, do esforço que fizeram para eu estar aqui.

Muito feliz, realmente a realização de um sonho. Relação à pergunta, acho que o São Paulo por si só diz o que todo atleta quer, vestir essa camiseta. É uma honra para mim estar aqui, acho que toda a conversa que eu tive com o Rafinha, com a diretoria, me empolgou ainda mais. E, logicamente, um atleta que vem para o São Paulo e consegue se dar bem, isso aí é um marco para o resto da vida e pode ficar escrito na história de um grande clube. Acho que, dentro disso, é a minha maior motivação e o porquê da escolha.

RÁDIO TMC: Vitor, tudo bem aqui? Caíque Silva, da TMC. Vou pedir para você falar a posição que você se enxerga jogando nesse time do Dorival. O Rafinha falou da sua versatilidade, poder jogar na esquerda, na direita. Onde você se sente mais à vontade e onde você acredita que vai brigar por essa posição no time titular do São Paulo?

Boa tarde, Caíque. Acredito que nas pontas. Realmente é onde eu costumo jogar mais, pela ponta esquerda. Mas sou um cara muito coletivo. Vou fazer de tudo para poder ajudar o São Paulo dentro, aonde for preciso. Então tem um pouco de característica dessa velocidade, de atacar a profundidade. Então acredito que pelo lado esquerdo, mas também pela ponta direita, seria onde eu me encaixaria melhor. Então é tentar adaptar o mais rápido possível nos treinamentos do professor Dorival, de toda a comissão técnica, para conseguir implementar a ideia e poder ajudar o clube.

NOVA BRASIL FM: Vitor, tudo bem? Boa tarde. Felipe Oliveira, Nova Brasil FM. Queria te fazer uma pergunta. O Rafinha apontou um pouco sobre você ser São Paulino. Eu queria que você contasse um pouco dessa sua relação prévia com o clube, relação de família, e o quanto isso foi uma motivação sua para hoje vestir a camisa de São Paulo.

Obrigado. Realmente, desde pequeno, meu pai é um São Paulino fanático. Infelizmente não pôde estar aqui hoje por algumas questões pessoais. Fico muito triste, porque eu sei que hoje ele vem é um momento muito especial para ele. Então desde pequeno eu cresci vindo do Morumbi, podendo assistir o São Paulo, meu pai me ensinando as coisas. Logicamente que a gente vai virando profissional, a gente vai perdendo um pouco o contato com o clube, mas dentro da minha família isso em casa sempre foi algo muito motivacional.

Então quando apareceu a oportunidade, meu pai conversou comigo, ele principalmente chorou bastante em relação à oportunidade de estar aqui. Me lembro em alguns momentos eu estando aqui no Morumbi assistindo. Então a primeira vez que eu entrei aqui no CT, faço um filme na nossa cabeça, né? Do quanto foi difícil estar aqui, do quanto foi doloroso, do quanto meu irmão, principalmente, fez por mim estar aqui.Então agradecer muito a Deus por essa oportunidade e realmente dar o meu melhor para o São Paulo, que é o único jeito de eu ser grato ao clube.

Conversei bastante com a comissão, principalmente eles me explicaram mais ou menos o estilo de jogo, como eles gostariam que eu jogasse. O Dorival é um cara que dispensa comentários, um gestor de grupo incrível. Taticamente também, fazendo sempre grandes trabalhos. Então ele explicou um pouco da questão da recomposição, no ataque, qual seria o meu posicionamento. E para tentar também me adaptar o quanto antes com os companheiros.

Acredito que esse período de treino que a gente teve também vem me ajudando bastante para poder entender bastante o estilo de jogo dele, essa reação pós perda de bola, a compactação da equipe. Então acho que o Dorival e toda a comissão, o Lucas, Pedro, todo mundo aqui vem facilitando bastante minha vida para que eu possa apenas entrar dentro de campo e poder fazer meu papel

GAZERA ESPORTIVA: Oi Vitor, Silvestre da Gazeta. Queria que você explicasse um pouquinho mais essa emoção quando você citou o seu irmão. É seu irmão mais velho, imagino, né? Está ali no cantinho, é isso? Porque dessa emoção, qual a participação que ele tem na tua vida de jogador e como irmão mesmo. E nessas recordações aí sobre estar no Morumbi, ouvir ao Morumbi quando você era garoto e tal, qual foi o jogo mais marcante?

Vou começar pela pergunta do Morumbi. Acho que tem dois jogos que eu lembro bastante, que eu até comentei, que foi um 2×2, acho que Libertadores, São Paulo e Cobreloa, que o Luiz Fabiano faz gol de cabeça. E também acho que foi o título brasileiro que o São Paulo empatou. Eu estava no estádio também, na arquibancada, que o Leandro sobe no travessão e tal. Então acho que foi dois jogos marcantes que eu me lembro de estar com o meu pai aqui. E é até difícil, não quero me prolongar muito em relação ao meu irmão, porque não quero fazer disso aqui um chororô, mas dispensa comentários. É um cara que acreditou muito mais na minha carreira do que eu, que em momentos que eu não tinha força ele estava ali comigo.

Então poder estar aqui é realmente difícil de acreditar às vezes, porque a gente passa por certas coisas na vida e saber que sua família está ao seu lado, que fazem coisas por você, é realmente só gratidão a ele, meu pai, minha mãe, minha avó que se foi, todos os meus companheiros. Só agradecer muito ao meu irmão mesmo.

ARNALDO E TIRONI: Vitor, aqui Alexandre Salvador, canal Arnaldo e Tironi. Você falou dois exemplos dos momentos mais grandiosos do São Paulo recentemente, e agora você chega no clube precisando se reconstruir, está em uma fase diferente. Queria saber como é que você sentiu o ambiente, acho que você até tem algum ex-companheiro aqui, acho que o Nilton foi seu ex-companheiro lá no Botafogo. Queria que você falasse um pouco do ambiente da sua chegada aqui, como é que foi a sua recepção com os colegas de elenco.

O grupo do São Paulo é um grupo muito fácil de lidar, desde o meu primeiro momento aqui, recepção foi muito boa, todos me acolheram muito bem. Acho que desde os jogadores até o pessoal da cozinha, até brinquei esse dia na fisioterapia aqui no São Paulo, desde que você entra do portão para dentro, parece que eles te pegam no colo, te carregam, fazem tudo o que você precisa. Então é realmente um ambiente fácil de estar, todos os companheiros sempre me ajudando, me orientando, então feliz por estar aqui, espero poder somar bastante e contribuir da melhor forma para o clube.

BATE FUNDO ESPORTIVO: Victor, boa tarde, bem-vindo ao São Paulo, Otávio Rocha, Bate fundo Esportivo. São Paulo hoje, aproveitando até a pergunta do colega, vive essa relação de reconstrução e também de tentar reconquistar a confiança do torcedor. A gente vê nos últimos meses o Monubi cada vez mais vazio, muitas cobranças, muitos protestos e você está chegando agora. Como você enxerga essa nova peça para tentar reconstruir essa confiança da torcida junto com o elenco? Obrigado.

Acho que em uma instituição tão grande como São Paulo, é normal a cobrança da torcida o tempo todo, porque está acostumada a viver grandes momentos. Então cabe a nós jogadores tentar fazer o nosso melhor papel, trabalhar no dia a dia muito, que é o que vem sendo feito, para que a gente consiga colocar o São Paulo nas melhores colocações possíveis, lá em cima, para poder atingir todos os objetivos. Então é trabalhar no dia a dia, estar muito focado, ser profissional, o tempo todo para poder colocar o São Paulo onde merece. Victor, boa tarde a você. Seja bem-vindo de volta ao Brasil.

RÁDIO ZFM: Diego Bonetti, Rádio ZFM. Queria aproveitar essa passagem sua pelo Krasnodar da Rússia. Se você puder trazer para a gente, como é que está a vida na Rússia, em meio a esse conflito com a Ucrânia? Você jogava num clube onde é muito próximo à fronteira com a Ucrânia. Como é que está a vida do jogador por lá? Ou a vida até da sociedade, alguma dificuldade que você tenha tido ou não? E se você conversou com o Diego Costa, jogador que foi revelado aqui no São Paulo e jogou com você lá no Krasnodar, o que ele te contou sobre o São Paulo? E se você viu realmente as coisas que ele talvez tenha te contado por lá?

Em relação à vida na Rússia, para ser sincero, quando você chega, você até fica um pouco surpreso, porque eles vivem uma vida normal. Nem atinge tanto a questão da guerra. Então, parece que você está até numa bolha. Desde o momento que eu fiquei lá, não tive nenhum episódio que eu posso falar de preocupação ou de perigo para a minha família. Fui bem recebido por todos lá também. Então, é realmente uma vida meio que normal. Você tem alguns problemas com a questão da internet. No dia a dia, 5G, fora do Wi-Fi, eles têm… Pelo espaço aéreo, está sempre fechado. Muitos drones no espaço aéreo e tal, a internet não pega tão bem.

Mas acho que essa seria a maior dificuldade. A questão do Diego, com certeza, foi um cara que eu consultei bastante antes de vir para cá, pela história que tem aqui no clube, por ter crescido aqui e desde o primeiro momento que eu liguei para ele, que a gente conversou e tal, ele só teve coisas boas a falar. Falou que eu ia entender, quando eu chegasse aqui no São Paulo, tudo que ele estava me falando. E realmente é muito verdade. São Paulo é um clube família e que a gente sabe da grandeza do clube, mas quando você está aqui dentro, você começa a entender o tamanho disso aqui. Então, é feliz por ter feito essa escolha e, com certeza, o Diego foi um cara que me ajudou muito.

GE: Vitor, aqui na frente, Bruno Gilfrida, do GE, tudo bem? Seja bem-vindo. Queria saber como é que estão suas condições físicas, se você já está pronto para jogar, quem sabe 90 minutos, caso precise. Como é que foi esse período de treinamento, se já te deixa pronto para jogar sem nenhum problema, nenhuma restrição e bem fisicamente também pelo São Paulo?

Acho que esse período de pausa, de retorno, eu estava vindo de um fechamento de temporada na Rússia e automaticamente já teve a pausa para a Copa. E esse período de retorno que a gente teve de um mês de treinamento foi algo muito bem para a gente poder evoluir fisicamente, não só eu, mas todo o grupo. Então, estou treinando, estou evoluindo bem e aí o restante é, com certeza, trabalhar, entender da melhor forma o que a comissão técnica pede para deixar nas mãos deles o que ele acha melhor para o elenco e para o grupo. Mas é trabalhando e evoluindo cada dia mais e, com certeza, com a sequência de jogos é aí que a gente vai começando a pegar ritmo e entrando cada vez mais no calendário brasileiro.

TNT SPORTS: Vitor, tudo bem? Boa tarde, bem-vindo ao São Paulo. Você citou a sua frase sobre dois jogadores muito emblemáticos aqui no São Paulo, Luiz Fabiano e Leandro Guerreiro. E hoje em dia no futebol é cada vez mais difícil você se tornar um cara desse tamanho nos clubes, porque tudo mudou, a cobrança é muito maior, o alcance das redes sociais, enfim. Em cima disso, queria que você falasse qual é o seu maior sonho hoje com a camisa do São Paulo e não falo de conquistas, pessoal mesmo, você, o que você quer construir aqui como pessoa e o que dá para fazer hoje em dia para tentar se tornar ou ser um pouco do que esses caras um dia foram, né?

Porque hoje em dia é muito mais difícil e muito mais trabalhoso conquistar a torcida nessa perspectiva. Acho que, pessoal, assim eu quero ser um cara que depois que, não sei quando acabar a passagem, mas que a torcida vai lembrar um cara que sempre entregou bastante pelo clube de todas as maneiras, tecnicamente dentro de campo, mas se doando o tempo todo, sendo muito profissional, e automaticamente conquistando, porque quando você fala em uma instituição igual São Paulo, se você consegue uma conquista grande aqui, você nunca vai passar despercebido. Em relação à identificação, cada vez fica mais difícil por tudo isso, mas acredito que no próprio clube, hoje em dia a gente tem exemplos aqui, o Rafael, o Calleri, o próprio Luciano, por tudo que vem conquistando, são jogadores que há de se mencionar o tempo todo, porque são caras que venceram aqui dentro, e que são inspirações para quem está chegando aí, e está o tempo todo demonstrando isso dentro de campo, com certeza com vontade de estar querendo ganhar, estar querendo vencer, que eu acho que é isso que é o mais importante, esse espírito aí de mostrar o porquê e a vontade de estar aqui dentro de São Paulo.

GAZETA: Vitor Sa, bem-vindo. Thiago Henrique, Gazeta Esportiva. Puxando um pouco o que você falou dos seus companheiros de ataque do São Paulo agora, eu queria remeter um pouco sobre suas passagens, principalmente no futebol austríaco e no futebol russo, onde você conviveu com dupla de ataque ou até trio de ataque. Como você espera ser utilizado no São Paulo? Você já falou que gostaria de jogar nas pontas, você é um jogador de velocidade, mas como você vai se enquadrar nesse ataque que já tem Calério, Luciano, André Silva e outras peças? Muito obrigado.

Acho que vou tentar me adaptar da melhor maneira possível, com o jogador que o São Paulo tem. Acho que eu tenho que com certeza trabalhar bastante para tentar ganhar meu espaço e a partir daí ver aonde vai ser a melhor forma de eu desenvolver meu futebol. Acredito que, como eu falei, pelas pontas é onde eu consigo me encaixar mais. Hoje, cada vez mais eu venho trabalhando para poder entender os meus companheiros de ataque e poder pegar esse entrosamento dentro de campo, questões de movimentações e tudo mais. E acho que a partir daí poder ajudar de alguma forma o São Paulo.

BOLAVIP: Queria que você falasse um pouquinho mais sobre o primeiro contato com o seu pai. Quando você chegou para ele e falou olha, acho que pode pintar uma possibilidade de a gente ir para o São Paulo, aquilo que a gente sempre sonhou, lembrando essas histórias. Queria que você contasse como é que foi essa primeira reação dele, como é que foi esse primeiro papo com o seu pai.

Eu estava lá na Rússia ainda, era até véspera da final da Copa que a gente ia jogar, quando teve o contato que meu irmão com os meus empresários me informaram. E aí eu liguei para o meu pai. Ele estava até saindo de um jogo de futebol que ele joga no final de semana. E aí contei para ele de toda a situação. E foi na hora já. Ele tenta não puxar muito para o emocional. Ele tentava, filha, não vou opinar muito na sua decisão, mas você já sabe o que o seu pai quer e tal.

É bacana porque acho que é alguma coisa muito distante. Quando você é pequeno, você não imagina que você vai passar por uma situação dessa. É algo muito distante. Acho que quantas pessoas sonham em jogar aqui nesse clube, quantas pessoas… Então até é estranho você falar assim, não é meu sonho, não era meu sonho. É porque é uma coisa muito distante para mim. Então é difícil você ter um sonho assim grande às vezes. E isso aí quando começa a se tornar realidade, quando você começa a cair sua ficha e tal. E aí ele foi lá em casa, quando a gente tomou a decisão junto, que eu tomei a decisão com meu irmão e com ele. A gente conversou bastante e decidiu juntos por isso.

É muito gratificante. Só tenho que agradecer muito a Deus de poder estar realizando isso e principalmente poder estar dando orgulho muito para o meu pai. Antes de encerrar a coletiva, então gostaria de convidar, quebrar um pouco do protocolo e convidar o Rafael para subir e estar ao lado do irmão.

FELIPE ESPÍNOLA: Então citado nesse momento, Rafael, por gentileza. Que você possa desfrutar desse momento ao lado do seu irmão. A realização de um sonho de família que hoje se concretiza. E fazer uma imagem dos dois com a camisa, que agora é como atleta e não só como torcedor. Obrigado então a todos pela participação. Encerramos a entrevista coletiva de apresentação. Uma boa tarde a todos.”

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