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·20 de março de 2026
Relatório da Polícia Civil aponta esquema sistêmico no MorumBIS

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·20 de março de 2026

Conforme reportado pelo GE, as investigações do DPPC apontam que o esquema de comercialização clandestina de camarotes não era um fato isolado, mas uma operação orquestrada por sócios informais. O documento detalha que a fraude lesava diretamente as finanças do Clube da Fé, desviando receitas de eventos e partidas.
O nome de Marcio Carlomagno, ex-superintendente geral e aliado histórico de Julio Casares, aparece pela primeira vez no centro da "sociedade" investigada. O relatório indica que ele era parte fundamental da engrenagem que permitia a operação ilegal dentro do estádio.➕
A base das conclusões policiais, segundo o GE, é um caderno apreendido na residência de Rita de Cássia Adriana Prado em janeiro deste ano. O material funciona como um diário contábil da corrupção, especificando datas, eventos e a divisão de lucros.
Nas anotações, a polícia encontrou a partilha de 25% para cada membro do grupo. Os nomes apontados como integrantes da associação criminosa são:
A exploração clandestina teria ocorrido em um período de quase dois anos. As anotações sugerem que o esquema teve início em março de 2023, durante os shows do Coldplay, e manteve-se lucrativo até fevereiro de 2025, na passagem de Shakira pelo MorumBIS. O relatório destaca que o grupo utilizava nomenclaturas hierárquicas para organizar o saque ao patrimônio tricolor.
Após a divulgação das informações as partes citadas se manifestaram:
O escândalo surge em um momento de reconstrução institucional. Carlomagno, que era visto como um potencial sucessor político na era Casares, agora enfrenta o escrutínio da Justiça.









































