Revista Colorada
·21 de setembro de 2026
Relembre os técnicos durante os 6 anos de Alessandro Barcellos

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·21 de setembro de 2026

Demissões repetidas no comando técnico do Internacional durante a gestão de Alessandro Barcellos
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Paulo Pezzolano foi demitido após derrota por 1×0 para o São Paulo.
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Desde 2021 nenhum treinador do Inter completou uma temporada inteira sob Barcellos.
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Pezzolano havia chegado em dezembro de 2025 com contrato até fim de 2026.
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Mano Menezes foi o técnico mais longevo da gestão, com 455 dias no cargo.
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Roger Machado foi o segundo mais longevo, com 431 dias, demitido após derrota por 3×2 para o Grêmio.
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Barcellos encerra o triênio 2024-2026 sem estabilidade no cargo de treinador.
O Internacional demitiu Paulo Pezzolano depois da derrota por 1×0 para o São Paulo, e a queda do uruguaio reforça um padrão que atravessa toda a presidência de Alessandro Barcellos. Desde 2021, nenhum treinador colorado conseguiu permanecer no cargo do início ao fim de uma temporada completa.
Pezzolano chegou em dezembro de 2025 com contrato até o fim de 2026 e tinha a chance de romper essa sequência. A queda para o time paulista em setembro, no entanto, encerrou o trabalho antes do previsto e manteve viva a marca negativa da gestão.
O primeiro ano de mandato, em 2021, teve uma situação diferente por causa do calendário afetado pela pandemia.
Abel Braga ainda comandava o time quando Barcellos assumiu, já que o Brasileirão de 2020 só terminou em 2021, e o ídolo colorado conduziu a equipe a um vice-campeonato com 70 pontos. Um atrás do Flamengo, mas não seguiu no comando depois disso.
Miguel Ángel Ramírez assumiu o time em seguida, mas caiu após a eliminação para o Vitória na Copa do Brasil. Depois da passagem interina de Osmar Loss, Diego Aguirre ficou até dezembro, quando Alexander Medina foi anunciado como o próximo nome no comando.
Medina não resistiu além de abril de 2022: resultados abaixo do esperado, incluindo o empate com o Guaireña na Copa Sul-Americana, custaram o cargo ao treinador. Mano Menezes o substituiu e seguiu até 2023, quando chegou a ultrapassar um ano seguido à frente do time, tornando-se o técnico mais longevo desta gestão, com 455 dias de trabalho.
O empate sem gols com o Palmeiras no Beira-Rio, porém, marcou o fim da passagem de Mano. Eduardo Coudet assumiu dois dias depois, em sua segunda experiência no clube, e terminou aquele ano no comando.
Coudet iniciou 2024 como treinador, mas a derrota por 2×1 para o Juventude na Copa do Brasil interrompeu o trabalho. A diretoria buscou então Roger Machado, que estava no próprio Juventude, e oficializou sua chegada logo depois.
Roger encerrou aquele ano no cargo e conduziu uma recuperação que garantiu vaga na Conmebol Libertadores. O desempenho abriu espaço para uma renovação de contrato válida até dezembro de 2026, sinal de confiança que não durou o suficiente.
A queda por 3×2 para o Grêmio. Em setembro, encerrou a passagem de Roger Machado, que terminou como o segundo treinador mais longevo da gestão, com 431 dias de trabalho — atrás apenas de Mano Menezes. Ramón Díaz assumiu depois dele, e mais adiante Abel Braga voltou ao clube em outra passagem.
Com a saída de Pezzolano em 2026, a gestão Barcellos fecha o ciclo mantendo a mesma característica desde 2021: nenhum treinador chegou a completar uma temporada inteira no comando do Internacional. Reeleito para o triênio 2024-2026, o presidente encerra seu mandato em dezembro sem ter conseguido dar estabilidade ao cargo mais decisivo do clube.















