Renato Gaúcho revela bastidores da virada do Vasco e exalta força mental: “Muitos jogadores gostariam de estar no lugar deles” | OneFootball

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·13 de março de 2026

Renato Gaúcho revela bastidores da virada do Vasco e exalta força mental: “Muitos jogadores gostariam de estar no lugar deles”

Imagem do artigo:Renato Gaúcho revela bastidores da virada do Vasco e exalta força mental: “Muitos jogadores gostariam de estar no lugar deles”

A noite de consagração no caldeirão teve discurso forte e revelações táticas nos bastidores. O técnico Renato Gaúcho concedeu entrevista coletiva após a vitória do Vasco por 2 a 1 contra o Palmeiras, conquistada nesta quinta-feira (12), em São Januário. O triunfo de virada marcou a estreia do treinador e tirou a equipe da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.

O comandante valorizou o poder de reação do grupo diante de um adversário que, segundo a sua visão, disputará a taça nacional. O rival abriu o placar no primeiro tempo com Flaco López, mas os cariocas buscaram o resultado na segunda etapa com os gols de Thiago Mendes e Cuiabano.


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A virada tática e o fator psicológico

O profissional detalhou a conversa no intervalo que mudou a história do confronto.

“Falei que estávamos bem e que a gente ia conseguir no mínimo um empate. Falei, também, que daqui a pouco ia mudar a parte tática, botar o time um pouco mais para a frente. Então nós abrimos, jogamos praticamente com um meia e três atacantes, conseguimos o gol de empate e, depois, o da vitória”, explicou o comandante.

A base dessa reação passou por um intenso trabalho mental durante os treinamentos da semana:

“Eu trabalhei muito a parte psicológica. É fundamental colocar na cabeça deles que eles têm condições. Muitos jogadores gostariam de estar no lugar deles, eles estão tendo essa oportunidade, o Vasco é muito grande. Eles precisam mostrar por que estão vestindo essa camisa.”

A força da torcida e o meio de campo do Vasco

A sinergia com a arquibancada também ganhou destaque na coletiva, assim como as escolhas difíceis, como a substituição de Lucas Piton:

“Tirei o Piton para preservá-lo. Se ele ficasse seria vaiado a cada vez que tocasse na bola e isso poderia atrapalhá-lo. O torcedor hoje foi fundamental. Eu falei para eles: se vocês se entregarem, se vocês correrem, o torcedor não vai vaiar, ele vai vir com vocês.”

Para encerrar, ele justificou a escalação inédita com Hugo Moura e Tchê Tchê no setor central e citou o antigo técnico do Vasco:

“O Diniz tem o esquema de jogo dele, que eu respeito. Eu tenho uma outra forma de trabalhar. Na minha cabeça, era neutralizar a equipe do Palmeiras e, com a bola, jogar. Então nós neutralizamos as jogadas, tínhamos praticamente sempre um homem a mais no meio de campo”, concluiu o treinador.

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