Jogada10
·05 de abril de 2026
Renato indica time do Vasco para a estreia na Copa Sul-Americana

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·05 de abril de 2026

O Vasco mal teve tempo para digerir o primeiro revés sob o comando de Renato Gaúcho e já encara uma mudança brusca de cenário. Isso porque o Gigante da Colina estreia nesta terça-feira (7) na Copa Sul-Americana, diante do Barracas Central, em Buenos Aires.
No entanto, o desafio cruza as linhas do gramado, pois a comissão técnica precisa agora equilibrar o desgaste físico de um elenco que os próprios profissionais consideram limitado.
Nesse contexto, Renato Gaúcho projeta um cenário de extrema dificuldade e classifica os próximos meses como uma “guerra”. Por conta disso, o treinador solicitou publicamente que o torcedor mantenha a calma até a pausa para a Copa do Mundo.

Pumita deve ganhar chances diante do Barracas Central – Foto: Matheus Lima/Vasco.
Somado a esse desafio logístico, o calendário impõe uma carga pesada: o Vasco enfrentará 16 partidas até o fim de maio, dividindo as atenções entre o Brasileirão, a Copa do Brasil e o torneio continental. Diante dessa realidade, o técnico reforça a urgência de qualificar o plantel.
Para detalhar essa necessidade, Renato revelou o tom das cobranças internas junto à cúpula do futebol vascaíno.
“Tenho conversado bastante com Pedrinho e Felipe: nós temos que ser pontuais nas contratações, temos que contratar e trazer mais qualidade para o nosso grupo para a gente pensar ainda maior. Mas esses três ou quatro jogadores, no mínimo, que a gente trouxer tem que ser de agrado de todo mundo, do treinador, da torcida, da diretoria. Jogadores que cheguem para que a gente tenha um grupo mais forte para pensar em coisas maiores”, comentou.
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Além da busca por reforços, a diretoria e a comissão técnica definiram prioridades claras para evitar um colapso físico. Como o Brasileiro ocupa o topo das pretensões do clube, os responsáveis pelo futebol entraram em consenso para preservar os titulares na estreia da Sul-Americana.
Enquanto os novos atletas não chegam, Renato prepara o espírito da torcida para uma fase de resistência. De acordo com o comandante, a sobrevivência nas três frentes exige sacrifício:
“Mas até lá o torcedor tem que entender isso: até junho vai ser uma guerra. Serão mais 17 jogos, a cada três dias a gente vai ter que jogar Sul-Americana, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro e somar o maior número de pontos. E aí, sim, trazer reforços no meio do ano para elevar a qualidade técnica suba bastante, e o torcedor possa se entusiasmar ainda mais”, completou.
Por fim, o departamento de futebol avalia que as viagens internacionais da Sul-Americana geram um desgaste excessivo. Com o objetivo de acumular pontos no Nacional e evitar novas baixas no departamento médico.




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