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·17 de agosto de 2026
Retrospecto de Palmeiras x Cerro Porteño: 20 jogos, e as três derrotas têm o mesmo endereço

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·17 de agosto de 2026

O retrospecto entre Palmeiras e Cerro Porteño tem 20 jogos, 11 vitórias palmeirenses, 6 empates e 3 derrotas, com 42 gols marcados e 15 sofridos — saldo de 27 e 65% dos pontos disputados. Antes da decisão desta quarta-feira (19), em Assunção, o recorte mais útil do histórico não é o número geral: é o endereço das derrotas.
As três aconteceram todas em São Paulo, com o Verdão jogando em casa. Como visitante, em nove partidas, o Palmeiras nunca perdeu para o clube paraguaio.
Dos 20 encontros, 19 foram pela Libertadores — o histórico completo do adversário registra apenas um jogo fora da competição continental, um amistoso de setembro de 1955 vencido pelo Palmeiras por 7 a 1. Considerando somente a Libertadores, são 10 vitórias, 6 empates e 3 derrotas em 19 partidas, com 35 gols a favor e 14 contra.
O primeiro encontro oficial ficou para 1999, e desde então os dois se cruzaram em nove edições diferentes do torneio. É um dos adversários estrangeiros mais frequentes da história palmeirense na competição.
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jogos do Palmeiras como visitante contra o Cerro Porteño sem nenhuma derrota: cinco vitórias e quatro empates, com 17 gols marcados e apenas 4 sofridos.
Data Palestra
Todo o prejuízo palmeirense no confronto está concentrado em jogos disputados em São Paulo. Em 2006, o Cerro Porteño venceu por 3 a 2 no Palestra Itália. Em 2018, ganhou por 1 a 0 no Allianz Parque. E em maio de 2026, pela fase de grupos, repetiu o 1 a 0, agora no Nubank Parque.
Como mandante, portanto, o retrospecto do Palmeiras é bem mais irregular do que o número geral sugere: 11 jogos, 6 vitórias, 2 empates e 3 derrotas, com 25 gols marcados e 11 sofridos. Nenhuma das três quedas, no entanto, custou uma eliminação.
Fora de casa, o cenário muda de natureza. São nove jogos como visitante, cinco vitórias e quatro empates, sem derrota, com 17 gols marcados e apenas 4 sofridos — média que ajuda a explicar por que o Verdão costuma resolver a parte difícil justamente no Paraguai. Os quatro últimos jogos do Palmeiras como visitante no confronto renderam três vitórias e um empate.
Foi assim em 1999, com os 5 a 2 da estreia; em 2018, com o 2 a 0 que sustentou a classificação; em 2022, com o 3 a 0 que praticamente encerrou a série; e em abril de 2026, no 1 a 1 da fase de grupos.
Palmeiras e Cerro Porteño já se enfrentaram duas vezes em confronto eliminatório, e as duas terminaram com o Verdão adiante. Em 2018, nas oitavas, o time venceu por 2 a 0 em Assunção e perdeu por 1 a 0 em casa, em um jogo que ficou tenso depois da expulsão de Felipe Melo nos minutos iniciais — ainda assim, garantiu a vaga nas quartas.
Em 2022, também nas oitavas, não houve suspense: 3 a 0 no Paraguai e 5 a 0 em São Paulo, 8 a 0 no agregado, na maior diferença já construída pelo Palmeiras contra o adversário em série de ida e volta.
A temporada atual já rendeu três jogos entre os dois. Na fase de grupos, empate em 1 a 1 em Assunção e derrota palmeirense por 1 a 0 em São Paulo. Na ida das oitavas, em 12 de agosto, novo 1 a 1 no Nubank Parque: Flaco López abriu o placar e o empate paraguaio saiu nos acréscimos.
O histórico é contexto, não garantia. Sem o critério do gol fora de casa, o Palmeiras precisa vencer em Assunção para avançar — qualquer empate leva a vaga para os pênaltis, na partida transmitida apenas pelo streaming. Para a decisão, Abel Ferreira tem a zaga completa pela primeira vez em um mês, mas perdeu Ramón Sosa por lesão muscular e não conta com Andreas Pereira, suspenso.







































