Jogada10
·29 de agosto de 2025
Roger busca quebrar no Internacional ciclo vicioso na carreira

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·29 de agosto de 2025
Roger Machado passa pelo momento de maior desconfiança desde que assumiu o comando do Internacional. O risco de demissão é um cenário que ele já enfrentou em outras equipes, como no Grêmio, Atlético, Palmeiras, Bahia, Fluminense e Juventude. Por isso, a sua prioridade é quebrar esse ciclo que aparenta ser vicioso ao iniciar uma reação na temporada a partir do embate contra o Fortaleza, no próximo domingo (31/08).
Os resultados e o desempenho no mês de agosto aumentaram a insatisfação da diretoria e da torcida com uma temporada em que a avaliação é de que há uma inconsistência. Prova disso é que em sete jogos, o Colorado conquistou somente uma vitória, um empate e cinco derrotas. Inclusive, neste período, a equipe deu adeus tanto à Copa do Brasil como à Libertadores.
Por isso, a direção estabeleceu que Roger precisa apresentar uma evolução na performance do Inter até o duelo contra o Leão do Picci, pela 22ª rodada do Brasileirão, no próximo domingo (22). Afinal, é a única competição que os gaúchos continuam na disputa. Por isso, o desejo é se afastar novamente da zona de rebaixamento. Caso tenha sucesso, a ambição passará a ser retornar à Libertadores na próxima edição do campeonato.
A contratação de Roger na metade da última temporada foi cercada de incertezas pela sua conexão como jogador e treinador do Grêmio. O seu começo de trabalho contou com dificuldades e passou a evoluir após um mês. No segundo turno do Brasileirão passado, ele levou o Internacional a quebrar o recorde de invencibilidade de 16 partidas na era dos pontos corridos.
Assim, confirmou a vaga na fase de grupos da edição de 2025 da Libertadores. Posteriormente, no início da atual temporada, houve complicações para retomar o mesmo nível de atuações, porém cumpriu o objetivo no Estadual e voltou a conquistar o título após quase oito anos.
Na sequência, o Internacional passou a sofrer com a falta de consistência em suas performances. Portanto, Roger pode se apoiar em dois casos de outros treinadores que suportaram a pressão e seguiram no cargo.
Abel Braga, em 2006, amargou o vice-campeonato do Gauchão, sustentou-se no comando e depois levou a equipe às conquistas da Libertadores e Mundial de Clubes. Depois, em 2018, Odair Hellmann treinava o Colorado, que foi eliminado nas quartas de final do Campeonato Gaúcho.
Com isso, passou a correr risco de perder o emprego em um Gre-Nal. Porém, o empate em 0 a 0 foi o suficiente para seguir na função até setembro do ano seguinte.