Jogada10
·02 de abril de 2025
Roger faz cinco experiências em véspera de estreia do Inter na Libertadores

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·02 de abril de 2025
O trabalho consistente de Roger Machado no Inter lhe possibilitou construir uma base para o time titular. Assim, o passo seguinte do técnico é experimentar outras possibilidades para construir uma variedade tática. No treinamento desta quarta-feira (02), o comandante analisou cinco alternativas até para evitar surpresas na maratona de jogos que a equipe já ingressou. Três desses cenários envolvem a formação do setor ofensivo, com a utilização de Borré e Valencia.
Os dois atacantes estrangeiros podem intercalar a titularidade e isso vai depender das características de cada adversário. Ou até mesmo podem reeditar a dupla de ataque, situação que já ocorreu em um jogo nesta temporada. Por sinal, o colombiano entre os 11 iniciais é o contexto que mais se repetiu no ano.
Afinal, a capacidade do camisa 19 em se aproximar dos meio-campistas é considerada a ideal para o plano de jogo de Roger. Afinal, proporciona uma tabela entre os jogadores e uma vantagem numérica. Esta alternativa combina com o estilo de jogo do adversário com propostas mais defensivas. No caso, com boa marcação e que fornece poucas chances para lances de velocidade. Ou até mesmo lançamentos nas costas da linha de defesa.
Com relação a Valencia, a análise da comissão técnica é que o equatoriano recuperou a confiança. Assim, ele está preparado para disputar um espaço entre os titulares com Borré. De acordo com o treinador do Internacional, o camisa 13 se notabiliza pela facilidade em abrir os times adversários. Roger avalia que o atacante sabe aproveitar a profundidade ao receber lançamento nas costas da defesa. Em seguida, criaria espaços para avançar em velocidade em direção ao gol do oponente. Tal estratégia se encaixa melhor com adversários que dão oportunidades para investidas rápidas e até contra-ataques.
Há a possibilidade de o colombiano e o equatoriano formarem uma dupla no setor ofensivo do Inter. Contudo, a comissão técnica entende que serão em situações pontuais na temporada. Prova disso é que Valencia e Borré dividiram o ataque somente na vitória sobre o Monsoon, em fevereiro, na primeira fase do Campeonato Gaúcho. De acordo com a leitura do comandante colorado, tal cenário seria mais viável durante as partidas. Em ocasiões em que o time se encontraria em um contexto adverso, em uma virtual derrota. Isso porque permitiria o crescimento do volume no ataque e uniria as melhores qualidades de cada um deles.
O treinador já pôs em prática neste ano uma linha com cinco jogadores na defesa. Isso já ocorreu nos dois Gre-Nais referentes à decisão do Estadual. O roteiro se repetiu também diante do Flamengo na estreia da equipe pelo Brasileiro. Esta situação é ideal quando não há mais a possibilidade de realizar substituições na equipe e envolve uma modificação no posicionamento.
Basicamente, o intuito com esta alteração é dar uma maior segurança aos zagueiros ao recuar o volante Fernando. Deste modo, o experiente jogador passaria a atuar na defesa.
Outra modificação mais defensiva seria escalar um meio-campista com maior capacidade mais de marcação para evitar investidas ao ataque pelos lados e no setor criativo. Isso ocorreu também no último compromisso do Internacional, o empate com o Rubro-Negro carioca.
Thiago Maia entrou no lugar do atacante Wesley no segundo tempo. A ideia era que o volante de origem fizesse exatamente a função de um meia-esquerda e segurasse o lateral-direito do Flamengo.