Rui Borges e segunda parte do Sporting: «Começámos a ficar meio abananados» | OneFootball

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·14 de agosto de 2026

Rui Borges e segunda parte do Sporting: «Começámos a ficar meio abananados»

Imagem do artigo:Rui Borges e segunda parte do Sporting: «Começámos a ficar meio abananados»

O Sporting chegou a ter uma vantagem de três golos, mas acabou a sofrer para garantir a primeira vitória na Liga Betclic. Depois do triunfo por 3-2 sobre o Vitória SC, Rui Borges reconheceu que a equipa perdeu intensidade na segunda parte e admitiu um momento de desconfiança em Alvalade.

«Começámos a ficar meio abananados e a malta começou a entrar na desconfiança. Na 2.ª parte a energia cai e ficámos muito permissivos, macios, e em espaços curtos tivemos reações não tão fortes», reconheceu Rui Borges, no final da partida, em declarações à Sport TV.


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Rui Borges reconheceu que o Sporting tem de aprender a controlar melhor este tipo de momentos. «Dores de crescimento, mas temos de crescer rapidamente. A ganhar 3-0, não podemos acabar o jogo com um 3-2 e alguma desconfiança», afirmou.

Apesar do sofrimento final, o técnico considerou que o Vitória não criou oportunidades suficientes para justificar uma reviravolta. «O Vitória acaba por não ter grandes lances. Muita bola bombeada, primeiras e segundas bolas, e temos de ser mais competitivos aí para conseguir ter mais clareza, algo que fomos perdendo ao longo do tempo», analisou.

Questionado sobre o impacto das substituições na quebra da equipa, Rui Borges afastou essa relação. «As substituições são feitas quando estamos a sofrer o 3-1. É coincidência. Tentamos sempre passar uma energia nova, uma intensidade nova», explicou.

O treinador voltou ainda a admitir que o Sporting atravessa um processo de reconstrução, depois das várias alterações no plantel. «A nossa qualidade não vai ser igual à da época passada nem relativamente àquela que tínhamos há dois anos», assumiu, antes de deixar uma ideia clara: «É perceber o que temos de fazer para melhorar enquanto jogadores e equipa técnica e não passarmos por esta desconfiança».

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