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RTI Esporte

·30 de setembro de 2026

Saiba quem ajuda o Vasco a receber o Boca Juniors em São Januário pela Sula

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O Vasco trabalha para levar o confronto com o Boca Juniors a São Januário e conta com apoio operacional da FERJ nas conversas com os órgãos de segurança para atender às exigências da torcida visitante.

A Agência RTI Esporte apurou que a principal discussão neste momento envolve a ampliação do espaço destinado aos torcedores argentinos. A intenção é chegar aos quatro mil lugares estabelecidos como referência mínima pela Conmebol para a torcida visitante.


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Atualmente, São Januário dispõe de pouco mais de dois mil lugares destinados aos visitantes. O número, portanto, precisa praticamente dobrar para que o estádio atenda à demanda prevista e avance no processo de adequação para receber o confronto.

Barreira entre as torcidas é alvo de estudo

Uma das alternativas analisadas é reduzir a barreira que separa as torcidas do Vasco e do adversário. A medida permitiria ampliar o setor visitante sem exigir grandes alterações na estrutura do Estádio de São Januário.

A solução, porém, ainda depende de avaliação técnica e de autorização dos órgãos responsáveis pela segurança. As conversas envolvem a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros e outras autoridades que participam da definição da logística dos jogos de maior risco.

A FERJ participa das tratativas para auxiliar o Vasco na construção de uma solução temporária que permita atender às exigências de segurança e, ao mesmo tempo, preservar as características de São Januário.

Conmebol exige adequação

A ampliação do setor visitante é uma das questões que precisam ser solucionadas para que o estádio possa receber o duelo diante do Boca Juniors dentro dos parâmetros estabelecidos pela Confederação Brasileira de Futebol (Conmebol).

O clube pretende avançar nas próximas etapas sem comprometer a segurança dos torcedores. Por isso, qualquer alteração na divisão das arquibancadas precisa passar por análise dos órgãos competentes antes de ser colocada em prática.

O objetivo não é apenas ampliar o setor visitante. A operação precisa manter as torcidas separadas e garantir fluxos de entrada, saída e circulação compatíveis com a segurança exigida em um confronto internacional.

Decisão ainda depende das autoridades

As tratativas seguem em andamento e não há, neste momento, uma definição sobre a configuração final do estádio. A redução da barreira é uma possibilidade estudada, mas a autorização dependerá dos pareceres dos órgãos envolvidos.

O Vasco mantém São Januário como alternativa para receber o Boca Juniors e trabalha para superar a limitação atual do setor visitante. A participação da FERJ busca facilitar o diálogo entre o clube e as autoridades responsáveis pela operação.

Caso a ampliação seja aprovada, o estádio poderá se aproximar do número de quatro mil lugares destinado à torcida adversária. Até que os órgãos de segurança concluam as análises, contudo, o cenário permanece em negociação.

A definição será importante para o Vasco, que busca manter o jogo em São Januário e evitar a transferência. O clube aguarda o avanço das conversas para saber se a solução atenderá às exigências de segurança da Conmebol.

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