Leonino
·16 de setembro de 2026
Saída de Rui Borges do Sporting volta à baila: "Há razões mais do que evidentes"

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·16 de setembro de 2026

Zeferino Boal saiu em defesa de Rui Borges numa altura em que a contestação em torno do treinador do Sporting voltou a subir de tom. O empate frente ao Famalicão, que deixou os leões a quatro pontos do líder Porto, reacendeu a discussão sobre o futuro do técnico, mas o antigo candidato à presidência verde e branca não tem dúvidas.
Em declarações à Rádio Renascença, o atual presidente dos Leões de Portugal foi taxativo. “De uma forma muito pragmática e muito simples, há razões mais do que evidentes para manter o Rui Borges”, passando de seguida a reforçar a confiança no técnico e pedindo estabilidade.
“Acredito no treinador, acredito na sua competência. Obviamente que as coisas não se fazem de um momento para o outro. Houve uma decisão estratégica enquadrada no trabalho que foi feito no passado. Apesar do insucesso desportivo da época passada, foi necessário fazer as alterações", vincou Zeferino Boal.
O antigo candidato leonino deixou ainda um aviso contra mudanças constantes no comando técnico do Sporting. “Não quero é voltar ao tempo em que o Sporting, por época, tinha dois, três, quatro treinadores, e sempre a recomeçar o trabalho. Há que dar confiança à equipa técnica liderada pelo Rui Borges e também aos jogadores jovens que temos neste momento no plantel".
Gonçalo Inácio também foi tema de análise, depois de um período marcado por erros individuais e pelo auto-golo diante do Famalicão. Zeferino Boal desvalorizou a possibilidade de o capitão ser afastado do onze e lembrou o estatuto conquistado em Alvalade.
“O Gonçalo Inácio foi escolhido para capitão pelo seu passado no Sporting, pelo seu sucesso desportivo, pela sua competência e pela sua responsabilidade. Pergunto se às vezes o mais fácil é tirar alguém que pode não estar no seu melhor momento e encostá-lo, que sinal se está a dar a todo o plantel?”, questionou.
Zeferino Boal defendeu ainda que a gestão do central deve ter em conta também a vertente emocional. “Se o Gonçalo Inácio foi sempre idolatrado, não vai deixar de ser, por um momento menos feliz que esteja a atravessar”, considerou.







































