Santo Dérbi: Goleiros ‘fantásticos’ na Copa do Mundo. Titular? ‘Marcos e ponto’ | OneFootball

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·24 de agosto de 2026

Santo Dérbi: Goleiros ‘fantásticos’ na Copa do Mundo. Titular? ‘Marcos e ponto’

Imagem do artigo:Santo Dérbi: Goleiros ‘fantásticos’ na Copa do Mundo. Titular? ‘Marcos e ponto’

A primeira passagem de Felipão pelo Palmeiras terminou no meio de 2000 com a saída do treinador para o Cruzeiro. Marcos, agora titular absoluto, passou a conviver com o treinador algum tempo depois, quando o comandante assumiu a Seleção Brasileira, em 2001.

Confiança

Marcos esteva nas convocações da Copa América e parte final das Eliminatórias. Mesmo com a concorrência com Dida e Rogério Ceni, Felipão tinha uma uma certeza sobre o titular para a Copa do Mundo disputada no Japão e Coreia do Sul.


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– No Mundial, eu tinha outros goleiros fantásticos. O Rogério comigo foi um cara maravilhoso, o Dida, então, nem se fala, muito bom, mas eu já tinha, dentro de mim, tal confiança que eu podia colocar o Marcos e pronto. Eu colocava o Marcos, está feito. No início, quando iniciamos lá atrás, em 1998, quando eu ia colocar o Marcos, era um pouquinho mais de dúvida, porque a gente esperava jogos, atitudes, como é que ele ia se comportar no jogo, como uma série de coisas, e aí, já no Mundial, eu já tinha confiança absoluta – relata Felipão, em entrevista exclusiva para o especial Santo Dérbi, do NOSSO PALESTRA.

Decisão ratificada

Presente na comissão técnica da Seleção Brasileira, Carlos Pracidelli também tinha Marcos como o primeiro para ocupar a posição de titular na disputa do Mundial de 2002.

– Nós conversavamos bastante e o Felipeão sempre ouve seus auxiliares e, lógico, a decisão final é sempre dele, mas já tínhamos essa ideia, até porque o Marcos foi o titular em todos os jogos da Eliminatórias. E nós tínhamos o Rogério, o grande Rogério no São Paulo, fantástico, né? Nós tínhamos o Dida – recorda Pracidelli.

“Quando chegou na hora da decisão, nós optamos pelo Marcos. Nós optamos pelo Rogério Ceni e pelo Dida, não só pela qualidade, mas pela experiência que eles também já tinham de clubes e de Seleção” Carlos Pracidelli, sobre o critério da escolha dos três goleiros para Copa de 2002

Campanha perfeita

Com Marcos no gol, o Brasil venceu os sete jogos da campanha no penta e o camisa 1 atuou em todas as partidas. Do grupo de 23 atletas levado por Felipão, somente Dida e Rogério Ceni não tiveram oportunidades.

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