São Paulo de Roger esbanjava regularidade, mas vacila e toma empate do Bahia no último lance | OneFootball

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·03 de maio de 2026

São Paulo de Roger esbanjava regularidade, mas vacila e toma empate do Bahia no último lance

Imagem do artigo:São Paulo de Roger esbanjava regularidade, mas vacila e toma empate do Bahia no último lance

Depois de um período de instabilidade, com direito à muita pressão da torcida e desempenho insatisfatório, o São Paulo de Roger Machado parecia ter encontrado um caminho. Mas só parecia mesmo…

Com uma série de contusões que deixou a equipe com apenas dez em campo, o Tricolor vencia por 2 a 1, mas tomou o empate aos 51, frustrando aquela que poderia ser uma tarde de consolidação do treinador ante um adversário de primeira linha.


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Um doído 2 a 2 com o Bahia neste domingo (3), pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, em jogo disputado em Bragança Paulista (SP) porque como se sabe a prioridade da diretoria é realizar shows no Morumbi. O resultado foi o suficiente para manter o São Paulo na quarta colocação, com 24 pontos.

O nível do futebol apresentado está longe de ser algo que encha os olhos, mas em meio à irregularidade, o time tricolor conseguiu boas jogadas explorando a velocidade pelos lados do campo e um encaixe melhor pelo meio-campo, mais preenchido com a nova sistematização tática.

Foi uma boa partida no interior paulista, disputada e franca, com muita intensidade dos dois lados, mas com um aproveitamento incrivelmente superior por parte dos são-paulinos, que nos últimos vinham falhando na conclusão das jogadas.

Desta vez, após certa alternância de oportunidades, o clube do Morumbi tratou de abrir o placar logo aos 16. Wendell fez boa jogada pela esquerda e serviu no capricho para Artur chutar colocado da entrada da área e marcar.

O restante do primeiro tempo foi de um cenário onde o São Paulo abaixou um pouco suas linhas, chamou mais o Bahia para sua intermediária, mas conseguia se defender e criar boas oportunidades nas retomadas de posses. Nos dez minutos finais, com um adversário exaurido, os paulistas aproveitaram e criaram boas chances como resposta.

O segundo tempo começou de maneira pragmática,com as duas equipes não atacando com tanto ímpeto, mas conseguino criar espaços. Em uma dessas aberturas, aos 16, Luciano Juba aproveitou passe de Everton Ribeiro e mandou um canudo indefensável para Rafael, empatando as coisas.

O cenário apocalíptico estava desenhado. Sentindo o empate sofrido, o São Paulo teve minutos de imensa bagunça tática, que por muito pouco não permitiu a virada baiana. Acevedo acertou o travessão. Everton Ribeiro apareceu livre na área em contra-ataque mas se embananou na definição.

Melhor para o Tricolor, que logo na primeira jogada de resposta ao adversário, voltou a ficar em vantagem no placar. Aos 27, Calleri caiu para o lado e em uma verdadeira inversão de papel, cruzou para Ferreirinha, que acabara de entrar, testar e fazer o segundo.

Os minutos finais foram de drama absoluto. Lucas Ramon já havia sido substituído com dores e o Tricolor viu Alan Franco e Lucas se contundirem quando todas as cinco alterações permitidas já haviam sido realizadas. No primeiro, ele ficou em campo mancando fazendo número. Mas o camisa 7 não teve jeito e precisou sair de campo, deixando o Tricolor com dez. Acabou sendo fatal. Nos acréscimos, tentando segurar a bola no ataque, o time de Roger cedeu o tiro de meta. E na cobrança rápida, em cruzamento na área, Sabino e Rafael falham na tentativa de afastar a bola e ela sobra para Erick marcar e selar o empate.

Mesmo com o gosto amargo, o São Paulo chega aos quatro jogos de invencibilidade atingida, sequência inédita com Roger, e agora tenta manter a boa fase no Brasileirão em uma parada dificílima: o clássico contra o Corinthians, em Itaquera, às 18h30 (de Brasília) do próximo domingo (10). Antes, às 19h (de Brasília) de quinta-feira (7), o desafio será o O’Higgins, fora de casa, pela quarta rodada da fase de grupos da Copa Sul-Americana.

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