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·06 de março de 2026
São Paulo estima mais de R$ 20 milhões em lucros em shows do AC/DC

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São Paulo FC: R$ 4 mi/show + variáveis. AC/DC rendem mais de R$ 20 milhões aos cofres tricolores mas exige a distância do clube em mando no Canindé
O Tricolor Paulista transformou o MorumBIS em máquina de fazer dinheiro. R$ 4 milhões fixos por show da Live Nation + percentuais de bilheteria e F&B somam fortuna pros cofres do Soberano. [previous context] Os três shows do AC/DC, que detonaram o gramado, devem render mais de R$ 20 milhões líquidos.
Mas tem preço: mando de campo migrando pro Canindé durante eventos. Torcida reclama. Contrato fechado com Live Nation faz o SPFC virar arena multiuso. Live Nation cuida de tudo (produção, segurança, logística). Tricolor embolsa:
AC/DC total: 3 shows = R$ 20+ milhões estimados
R$ 4 milhões garantidos por show
Variáveis: % bilheteria + vendas comida/bebida
50-60 mil pagantes por noite, ingressos R$ 500-1.200. Público lotou, mas campo virou lama – reforma Bermuda Celebration já rola pra março. São Paulo FC ficou sem Morumbi desde 11/02 (Grêmio) mas ainda não deu tempo para duelo contra a Chapecoense.
O calendário de 2026 está recheado de estrelas, o que obrigará o São Paulo a mandar ao menos mais quatro partidas longe do MorumBIS. O São Paulo vive um dilema estratégico em 2026: equilibrar as finanças com grandes eventos internacionais e manter o desempenho esportivo longe de sua casa.
Com o contrato renovado com a Live Nation até 2031, o clube transformou o MorumBIS em um hub global de entretenimento, mas o preço é a itinerância do time de Hernán Crespo. A tendência, confirmada pela diretoria, é que o Estádio do Canindé se torne a “segunda casa” oficial do Tricolor ao longo da temporada.
Segundo Rui Costa, diretor de futebol, a escolha pela casa da Portuguesa prioriza o acesso do torcedor e a logística financeira, descartando opções como o Brinco de Ouro, em Campinas.
Em abril e maio, o astro The Weeknd assume o palco nos dias 30/04 e 01/05. Isso coloca em xeque a logística para o jogo contra o Mirassol (25/04), que pode ter público reduzido devido à montagem da estrutura, e certamente inviabiliza o MorumBIS para o confronto contra o Bahia (02/05).
Já em julho, a “residência” de Harry Styles (dias 17, 18, 21 e 24) coincide com o retorno do futebol após a pausa da Copa do Mundo. O jogo contra o Athletico-PR (22/07) deverá ser no Canindé. Além disso, o clássico contra o Santos (29/07) corre riscos caso uma nova troca de gramado seja necessária após a sequência de shows.
A escolha do Canindé não é por acaso. A relação estreita com a SAF da Portuguesa facilita a operação. Rui Costa foi enfático ao dizer que, embora o MorumBIS seja a prioridade absoluta, o clube precisa ser pragmático:
“É uma tendência que os jogos sejam no Canindé, sempre pensando no acesso do nosso torcedor. Entendemos que, por questões operacionais e custos, é o melhor caminho.”
O São Paulo chegou a cogitar o Canindé para uma eventual final de Paulistão, o que não se concretizou após a eliminação para o Palmeiras. Agora, o foco volta-se para o Brasileirão e para a recuperação física do elenco no período de hiato antes do dia 12.
A parceria com a Live Nation virou polêmica após informações de desvios de shows, ingressos e camarotes garantindo receitas fundamentais para o abatimento de dívidas e investimentos em contratações. Contudo, o desafio de 2026 será não deixar que a falta de “calor do MorumBIS” prejudique a pontuação no Campeonato Brasileiro. Com o DM esvaziando e o retorno de peças como Ryan Francisco, o Tricolor espera que o Canindé seja tão acolhedor quanto sua casa oficial.
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