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·10 de abril de 2026
São Paulo gasta mais que o dobro que investiu em 2026 em Oscar e Daniel Alves sem que joguem

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·10 de abril de 2026

São Paulo gasta mais que o dobro que investiu em 2026 em Oscar e Daniel Alves sem que joguem
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O São Paulo ainda paga a conta de escolhas financeiras que continuam drenando recursos do clube. Até o fim de 2026, a folha ligada a Oscar e Daniel Alves vai consumir R$ 7,8 milhões, valor que expõe o tamanho do peso de contratos e acordos feitos sem o retorno esportivo ou administrativo que se esperava.
Só para Oscar, o custo mensal é de R$ 415 mil, enquanto Daniel Alves representa mais R$ 450 mil por mês. Juntos, os dois somam R$ 865 mil mensais, uma cifra difícil de justificar quando se coloca na balança o que foi entregue em campo e o que isso significa para o orçamento tricolor.
O dado fica ainda mais incômodo quando comparado ao investimento em contratações nesta temporada: R$ 3 milhões. Em outras palavras, o clube desembolsa muito mais para honrar compromissos do passado do que para reforçar o elenco no presente, um retrato claro de como decisões anteriores seguem limitando a capacidade de ação da diretoria.
O cenário reforça a necessidade de um controle financeiro mais rígido e de uma política mais responsável na montagem de contratos. Enquanto o São Paulo não enfrentar esse tipo de passivo com mais transparência e firmeza, seguirá convivendo com contas altas e margem curta para competir com inteligência.









































