Sarah Polleros reforça o basquetebol feminino do Benfica e reencontra o treinador que já a comandou em Espanha | OneFootball

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·19 de agosto de 2026

Sarah Polleros reforça o basquetebol feminino do Benfica e reencontra o treinador que já a comandou em Espanha

Imagem do artigo:Sarah Polleros reforça o basquetebol feminino do Benfica e reencontra o treinador que já a comandou em Espanha

Sarah Polleros é reforço do Benfica. Alemã, 24 anos, chega a Lisboa e encontra à sua espera um treinador que já não lhe é estranho, Ricardo Vasconcelos, com quem trabalhou em Espanha no CD Zamarat. E isto muda tudo.

Convém dizer, e digo-o sem pudor de adepto que já viu muitas contratações falhadas por causa desse detalhe, isto não é um pormenor qualquer. É meio caminho andado. Quem já percebeu o que um treinador pede em transição e em defesa não perde três meses a decifrar o código. Entra a jogar. E o Benfica sabe isso melhor do que ninguém, porque já pagou a fatura de reforços que chegam, olham para o sistema e ficam a coçar a cabeça durante metade da época.


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O currículo de Polleros também ajuda a dormir descansado. Na última época competiu na Liga espanhola, uma das mais fortes da Europa, ao serviço do Lointek Gernika Bizkaia, e ainda disputou a EuroCup Women, competição em que a equipa chegou aos oitavos de final. Antes disso passou pela Alemanha, representou o Hannover e, mais atrás, o Herner TC, onde venceu Liga e Taça germânicas e jogou também EuroCup. Não é bagagem qualquer.

E há a seleção. Polleros é internacional pela Alemanha, esteve na última convocatória e participou no apuramento para o EuroBasket 2025. O percurso vem de longe, passou pelas seleções alemãs de Sub-16 e Sub-20 em fases finais de Europeus. Ou seja, não estamos a falar de uma promessa para testar em silêncio. É uma atleta feita, com rodagem a sério.

Para quem segue o basquetebol feminino com atenção, este é o tipo de contratação que vale o dobro do que está escrito no papel. Uma jogadora de nível europeu que ainda por cima já fala a língua do treinador é isto que separa um reforço bom de um reforço decisivo. E se o Benfica quer voltar a mandar no basquetebol feminino português, é com este tipo de escolha, inteligente e sem ruído, que se começa a construir isso.

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