Savarino se incomoda com vaias e analisa triunfo do Fluminense: “Temos que matar o jogo” | OneFootball

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·13 de maio de 2026

Savarino se incomoda com vaias e analisa triunfo do Fluminense: “Temos que matar o jogo”

Imagem do artigo:Savarino se incomoda com vaias e analisa triunfo do Fluminense: “Temos que matar o jogo”

Com o triunfo por 2 a 1 sobre o Operário-PR, o Fluminense garantiu a classificação para as oitavas de final da Copa do Brasil. No entanto, quando o jogo parecia se encaminhar para um final tranquilo, o gol do Fantasma trouxe à tona algo que tem sido recorrente, o Tricolor tomando sustos e não “matando” a partida. Assim, Savarino, autor do primeiro tento, analisou a atuação da equipe de Laranjeiras.

“A gente tem que matar o jogo. Essa pressão da torcida acho que não influi dentro do campo. Estamos fechados tanto dentro, quanto fora do campo. Temos que caminhar juntos, tanto torcida e jogadores. Temos que matar o jogo e corrigir os erros quando tomamos gol também”, disse na zona mista.


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Além disso, o venezuelano se mostrou incomodado com as vaias da torcida, mesmo após o time garantir a vaga. Na visão do atleta, as vaias foram exageradas, visto que a equipe teve uma boa atuação

“A torcida tem todo o direito de reclamar de qualquer coisa, mas a nossa vontade dentro do campo é ganhar o jogo. O que fizemos hoje, conseguir a nossa classificação para as oitavas, foi o mais importante. A gente tem que caminhar juntos, tanto a torcida, como os jogadores, como a diretoria. Eu acho exagerado. Para mim, eu sempre vou me cobrar, quando jogo bem, quando jogo mal, e, como falei, o time sabe quando joga bem, quando joga mal. Eu acho exageradas essas vaias. Tivemos ocasiões dentro do jogo, jogamos bem”, frisou.

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Savarino em ação pelo Fluminense diante do Operário-PR- Foto: Marcelo Gonçalves / Fluminense

Cobranças de pênalti

Logo no início da partida, Savarino abriu o placar para o Tricolor, de pênalti. Entretanto, quando o time teve a chance de cobrar mais uma penalidade máxima, a bola ficou com John Kennedy, que acertou o travessão. Na zona mista, o venezuelano explicou que existe muita confiança no elenco e que o camisa 9 pediu para ficar com o segundo pênalti, no início da etapa final.

“Agradecer a Deus por mais um gol com essa camisa. A gente sempre se fala dentro do jogo e nos treinos. Eu era o primeiro batedor hoje, mas como falei, temos essa confiança. Lucho (Acosta), John (Kennedy), sobre quem vai bater o pênalti. Ele me pediu e deixei com ele. Acontece, errou o pênalti, mas o importante é que temos essa confiança”, concluiu.

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