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·17 de agosto de 2026
Solidez defensiva reforça ambição do FC Porto no campeonato

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Após três partidas oficiais, o FC Porto ainda não sofreu qualquer golo. O desempenho defensivo contrasta com o que aconteceu na pré-temporada, período em que a equipa sofreu golos em todos os encontros, embora num contexto naturalmente diferente: Hibernian (1-1), Birmingham (2-1), Penafiel (3-2), Gil Vicente (1-0, a única derrota), Aston Villa (2-1) e São João de Ver (2-1).
A entrada de Diogo Costa na baliza, no jogo da Supertaça frente ao Torreense, poderá ter coincidido com o início desta série, ainda curta, mas já próxima dos níveis apresentados na época passada. Nessa campanha, a solidez defensiva foi um dos principais fundamentos da conquista do campeonato: nas dez primeiras jornadas, por exemplo, os dragões concederam apenas três golos.
Torreense e Alverca terminaram os respetivos jogos com valores de golos esperados superiores a um – 1,12 e 1,60, respetivamente. Ainda assim, foi em Vila do Conde que o FC Porto pareceu apresentar a sua versão mais consistente em vários aspetos. O Rio Ave ficou pelos 0,57 golos esperados e fez apenas um remate enquadrado, travado por uma grande defesa de Diogo Costa. A equipa de Torres Vedras conseguiu quatro remates à baliza, enquanto os ribatejanos fizeram cinco.
Para além do capitão, Bednarek, Kiwior e Zaidu foram titulares nos três encontros. A única alteração no onze aconteceu na lateral direita, devido a alguns problemas físicos: Alberto Costa jogou em Coimbra, Martim Fernandes defrontou o Alverca e Nehuén Pérez foi opção no jogo de anteontem.







































