Jogada10
·10 de junho de 2026
Spike Lee rouba a cena em treino da Seleção: “Knicks, Knicks, Knicks”

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Os profissionais de imprensa se preparavam para deixar o CT do New York Red Bulls quando foram surpreendidos por uma figura de baixa estatura, trajando uma camisa da Seleção Brasileira e um boné amarelo da Nike. Nesta quarta-feira (10), em Morristown, do nada, Spike Lee apareceu de forma triunfante e desviou a atenção de quem se esforçava para pegar o último detalhe do treino da equipe do técnico Carlo Ancelotti.
Ao contrário de alguns torcedores que tiveram acesso ao local a convite de patrocinadores da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), o diretor foi ao Columbia Park por conta própria, afinal, queria ficar perto da única seleção pentacampeã mundial. Mas o foco de Spike Lee era outro.
“Vocês sabem quem joga hoje, não é? Knicks, Knicks, Knicks”, exclamou o diretor que, aliás, já atuou em algumas próprias películas.

Reportagem do J10 flagrou a chegada de Spike Lee – Foto: Leonardo Pereira/Jogada10
Fanático pelo New York Knicks e admirador do futebol brasileiro, Spike Lee é um assíduo frequentador dos primeiros assentos do Madison Square Garden, onde o time de basquete da Big Apple receberá o San Antonio Spurs, nesta quarta-feira (10), pelo jogo 4 das finais da NBA. Sem vencer a liga profissional dos Estados Unidos há 53 anos, os anfitriões abriram 2 a 0 na série e ficaram perto da taça, mas o conjunto texano descontou para 2 a 1 na última segunda (8). Quem vencer quatro de sete encontros fecha a conta.
Spike Lee foi cercado por jornalistas e ficou até confuso com o número de perguntas sobre a Seleção Brasileira e Neymar. Alguns comunicadores, aliás, cometeram erros gramaticais grotescos de Inglês ao abordar o diretor.
“Vocês não estão vendo a minha camisa? Eu vim só para ver o treino”, respondeu, já um pouco impaciente com o assédio.
Natural de Atlanta, Georgia, mas com forte ligação com Nova York, Spike Lee também é um ativista dos direitos humanos e da luta antirracista. Ele dirigiu mais 20 filmes durante a carreira, incluindo o aclamado “Faça a coisa certa”, de 1989. O último em cartaz no Brasil foi “Infiltrado na Klan”, de 2018.







































