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·22 de março de 2026
Surpreendente os dados de Lucas após nova lesão no São Paulo

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·22 de março de 2026

Surpreendente os dados de Lucas após nova lesão no São Paulo
A situação física de Lucas Moura voltou a preocupar o torcedor do São Paulo Futebol Clube — e os números mostram que o problema é mais sério do que parece à primeira vista.
De acordo com levantamento recente, o atacante já soma mais tempo afastado por lesões no São Paulo do que em toda a sua carreira anterior. Só na atual passagem pelo Tricolor, iniciada em 2023, Lucas acumula 299 dias fora dos gramados, superando os 184 dias que ficou lesionado durante sete temporadas atuando no futebol europeu.

Esse dado chama atenção não apenas pelo tamanho, mas pelo contexto. Na Europa, onde atuou em alto nível por clubes como PSG e Tottenham, Lucas sempre foi conhecido por sua regularidade física. Já no retorno ao São Paulo, o cenário mudou completamente, com uma sequência de problemas que tiraram o jogador de diversas partidas importantes.
No total da carreira, o camisa 7 soma 483 dias afastado por lesões, sendo que grande parte desse período ocorreu justamente nos últimos anos no SPFC com 299. Ele ficou 184 ao longo de anos na Europa. Além disso, ele já perdeu cerca de 51 jogos desde que voltou ao Morumbi, o que impacta diretamente o desempenho da equipe.
A situação se agravou recentemente após a nova lesão sofrida contra o Atlético-MG. Lucas teve fratura em duas costelas após um choque durante a partida e deve ficar afastado por até seis a oito semanas. O lance gerou preocupação imediata, já que o jogador deixou o campo com dificuldades para respirar e precisou de atendimento hospitalar.
Esse histórico recente levanta um alerta importante dentro do clube. Lucas é um dos principais jogadores do elenco, tanto pela qualidade técnica quanto pela liderança. Quando está em campo, costuma ser decisivo. O problema é justamente a dificuldade de manter uma sequência.
Para o São Paulo, isso cria um desafio constante. A comissão técnica precisa adaptar o time frequentemente, enquanto o departamento médico tenta encontrar soluções para evitar novas lesões. Já para o torcedor, fica aquela sensação de “quase”: um jogador capaz de decidir jogos, mas que nem sempre consegue estar disponível.
No meio disso tudo, permanece a esperança de recuperação. Aos 33 anos, Lucas ainda tem capacidade para ser peça-chave, mas o controle físico passa a ser determinante. Se conseguir reduzir esse histórico de lesões, pode voltar a ser protagonista. Caso contrário, o clube seguirá convivendo com um dos maiores talentos do elenco… mais no departamento médico do que em campo.









































