Central do Timão
·22 de janeiro de 2026
Tamires e Zanotti destacam ambição do Corinthians em desafio intercontinental inédito

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·22 de janeiro de 2026

O Corinthians feminino se aproxima de um momento histórico ao disputar, pela primeira vez, um torneio intercontinental oficial. A Copa das Campeãs Feminina da FIFA 2026, que será realizada em Londres entre os dias 28 de janeiro e 1º de fevereiro, representa um novo patamar para o clube, que chega à competição após consolidar sua hegemonia no futebol sul-americano.
Maior vencedor da CONMEBOL Libertadores Feminina, com seis títulos, o Corinthians construiu uma trajetória marcada por protagonismo continental. A criação do novo torneio da FIFA, porém, atende a um desejo antigo do elenco: a possibilidade de enfrentar adversários de outros continentes e comprovar sua força em um cenário global.

Foto: Rodrigo Gazzanel / Corinthians
Para a lateral Tamires, a confirmação da competição simboliza a realização de um sonho coletivo que acompanhou o grupo ao longo dos últimos anos.
“Ao longo desses anos, a gente veio sonhando com um torneio intercontinental que nos motivou todos os dias. Agora vai acontecer. A gente está muito feliz. O Corinthians, mais uma vez, vai poder mostrar sua capacidade. A gente já se tornou referência na América do Sul, agora quer ser referência mundial”, disse Tamires em entrevista à FIFA.
A atleta também destacou que a presença na Copa das Campeãs é resultado direto de um processo construído ao longo do tempo, que vai além da campanha mais recente na Libertadores.
“A Copa dos Campeões Feminina da FIFA representa todo o trabalho que a gente construiu. O Corinthians merece muito estar nesse campeonato não só pelo que fez na Libertadores passada, mas por tudo o que vem fazendo em sua trajetória ao longo dos anos. A gente está colhendo o fruto”, acrescentou a veterana.
Dentro do elenco, a importância do torneio foi sentida ainda antes da conquista continental que garantiu a vaga. Capitã da equipe, Gabi Zanotti revelou que a criação da Copa das Campeãs aumentou o nível de cobrança interna durante a Libertadores.
“Quando saíram as notícias sobre o novo torneio, a pressão para ganhar a Libertadores aumentou, porque de nada adiantaria ter ganhado no ano anterior se a gente não vencesse a edição que daria vaga para a Copa dos Campeões Feminina. A gente não podia deixar escapar porque todo mundo sempre sonhou com isso “A gente sabia que a vaga na primeira edição não podia ser de outro time, tinha que ser do Corinthians”, explicou Zanotti.
Zanotti também ressaltou que a mentalidade do elenco pode ser determinante em uma competição de formato curto, com semifinais e final ou disputa de terceiro lugar.
“Faz total diferença ter uma mentalidade forte, um grupo que está acostumado a vencer, a lidar com desafios e a suportar a pressão. Com essa camisa, a gente está representando um ‘bando de loucos’, a torcida apaixonada que sempre nos apoia”, explicou Zanotti.
A expectativa em torno da Copa das Campeãs Feminina da FIFA também passa pelo peso simbólico de disputar a primeira edição do torneio. Para Tamires, o momento é reflexo de um projeto que se manteve sólido ao longo dos anos.
“Lá atrás, nós éramos menos pessoas, e esse núcleo acreditou para que a gente pudesse estar aqui hoje. Tudo isso que está colhendo hoje foi plantado semente a semente, dia após dia. Para mim, esse é o segredo do Corinthians: todas as atletas, o departamento e o clube acreditam nesse projeto”, pontuou.
O Corinthians estreia na competição dia 28 de janeiro, às 9h30 (horário de Brasília) contra o Gotham FC, dos Estados Unidos, na semifinal. Caso avance, enfrenta na final o vencedor do confronto entre Arsenal WFC, da Inglaterra, e ASFAR, do Marrocos.
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Sexta e sábado: 10h15 | 12h | 14h45Domingo: 9h20 | 11h | 13h50
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