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·28 de abril de 2026

Técnica do Sub-20 feminino do Corinthians lamenta baixas por lesão e ressalta transição na base

Imagem do artigo:Técnica do Sub-20 feminino do Corinthians lamenta baixas por lesão e ressalta transição na base

Por Fabio Luigi / Redação da Central do Timão

O Corinthians encarou, na tarde do último domingo (26), o São Paulo, no Estádio Alfredo Schürig, Fazendinha, pelo jogo de ida das quartas de final do Campeonato Brasileiro Feminino Sub-20, e empatou por 0 x 0. Os dois times irão se enfrentar novamente nesta quinta-feira (30), às 15h, em Santana de Parnaíba, com mando do rival. O classificado enfrentará Ferroviária ou Botafogo nas semifinais.


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Instantes após o apito final, a técnica Julia Passero concedeu entrevista ao portal Timão Delas e comentou sobre a importância do processo de transição entre as categorias na base feminina do clube d Parque São Jorge: “A transição, é para isso que a gente está aqui, na verdade. A gente está aqui para conseguir transicionar as atletas e fazer elas chegarem em profissional. É o intuito da base, da formação Eu vejo que é um trabalho muito consistente do Corinthians, com todas as treinadoras que passaram por aqui. Ano passado elas já fizeram essas transições, atletas. Não por acaso, que a gente teve uma Julia Farias sendo titular do time Sub-20. A gente expôs a maioria do jogo com a Bia Vaz, sempre tentou performar elas nas duas categorias.”

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Foto: Staff Images/CBF

Ela prosseguiu enaltecendo o trabalho de longo prazo com as jovens atletas, o que gera um maior entrosamento entre elas: “E foi sensacional, elas são uma geração, tanto 08, 09 a 07 também conseguiram jogar um pouco no Brasileirão. É uma geração de muita conexão, eu falaria. Elas jogam há muito tempo juntas, né Tem um título estadual do Sub-15 juntas. Isso, obviamente, não vem da Julia Passero, isso vem de uma sequência de trabalhos que foram feitos aqui.”

Posteriormente, a jovem comandante falou sobre a utilização de atletas 2009 no elenco e a importância de terem minutos na categoria mais velha: “A gente também hoje performou com algumas atletas 09, e que é importante para o clube. Então, a gente traz elas, a gente tem essa ideia agora com o Igor, que é o treinador do 17. Ele tem essa ideia de performar elas no Sub-20, respeitando esses processos que, quando a gente fala de descer e subir mas um termo muito legal que a Bia usa aqui é, na verdade, é estar na categoria, na Sub-16 e subir. É uma promoção. E quando elas estão na categoria Sub-17, que elas sejam protagonistas. A nível de técnico, tático, mental e físico também. Porque quando você transiciona, você também é um vigor físico. Você está treinando com atletas mais velhos. E é natural a gente conseguir um vigor físico melhor”, continuou.

Por fim, lamentou a perda de duas jogadores importantes para a equipe: a meio-campista Júlia Faria e a atacante Rayane Pontes, que sofreram lesões graves no joelho nas últimas semanas. Ambas vinham sendo titulares na equipe Sub-20. A profissional cita o trabalho psicológico com as jogadores para que a ausência delas não impactem o plantel.

“A gente está sujeito a isso. Então, para mim, dentro da formação, a gente entende que elas também precisam passar por esse momento. Não que a gente queira que lesione, mas a gente sabe que isso pode acontecer. E aí, dito isso, são duas atletas importantíssimas. O grupo, naturalmente, a gente é ser humano, a gente vai sentir. Pra mim, a gente não pode também simplesmente a lesão, acabou, a gente não é máquina. Então, a gente fez um trabalho junto com a Gabi, psicóloga, e a Luísa também, que chegou agora para agregar o grupo.”

“Então, quando aconteceu, foram dois jogos em sequência, inclusive, eu mesma fiquei abalada, a gente fica abalada, a gente é ser humano. Então, a gente recalculou a rota, a gente trouxe o grupo para perto, a gente fez uma atividade…. elas adoraram tirar um pouco essa carga, né? Entender que todas significam muito. Inclusive, a gente está fazendo um trabalho para trazer o pessoal do DM um pouco mais próximo em relação a isso.”

Ela encerra: “Mas, assim, depois que passou ali, foram dois traumas, né? Então, são coisas que são incontroláveis dentro do jogo, tanto a Ray quanto a Julinha.E a gente trazer o grupo a perto, acho que talvez isso seja uma motivação para elas, até para mim mesmo.Você vê o olhinho delas ali na arquibancada, putz, eu queria estar jogando esse jogo.Isso é muito importante, a gente tem que trazer isso para o grupo.”

Então, a gente teve semanas boas para conseguir absorver isso, uma pausa legal de três semanas para conseguir absorver isso. E também foi uma boa volta, né, a nível estratégia do jogo, são duas peças importantes. Mas eu acredito que o grupo reagiu muito bem, assim, com o trabalho da psicologia e também da comissão técnica”, finalizou.

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