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·07 de julho de 2026

Técnico da Bélgica minimiza caso Balogun, revela conversa com atacante

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A classificação da Bélgica para as quartas de final da Copa do Mundo de 2026 veio acompanhada de um dos assuntos mais comentados do torneio. Após a vitória por 4 a 1 sobre os Estados Unidos, o técnico Rudi Garcia comentou pela primeira vez a polêmica envolvendo Folarin Balogun, atacante norte-americano que entrou em campo mesmo após ter sido expulso na fase anterior.

Apesar da repercussão causada pela decisão da FIFA de anular o cartão vermelho do jogador, Garcia garantiu que o episódio não foi utilizado como motivação no vestiário belga.


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Bélgica preferiu focar apenas no jogo

Durante a entrevista coletiva após a partida, o treinador afirmou que sua equipe concentrou todos os esforços no plano tático preparado para enfrentar os norte-americanos.

Segundo Garcia, o objetivo era controlar a posse de bola, evitar sofrer pressão e assumir o protagonismo do confronto.

“Não era necessário usar isso como motivação. O que realmente importava para nós era o nosso plano de jogo. Queríamos ser protagonistas, evitar a pressão e jogar mais à frente”, explicou.

O comandante ainda fez elogios ao trabalho desenvolvido por Mauricio Pochettino na seleção dos Estados Unidos e destacou a campanha da equipe anfitriã até as oitavas de final.

Garcia revela conversa com Balogun

Após o apito final, Rudi Garcia revelou um encontro com Balogun nos bastidores do estádio.

O treinador fez questão de deixar claro que, em sua visão, o atacante não deve ser responsabilizado pela controvérsia envolvendo sua liberação para disputar a partida.

“Ele veio falar comigo, gostei muito disso. Não é culpa dele. Ele não é o culpado, e foi isso que eu disse a ele. Admiro este jogador”, afirmou.

Dentro de campo, Balogun encontrou dificuldades diante da defesa belga, que preparou uma marcação específica para neutralizar o atacante.

Entenda a polêmica

Balogun havia sido expulso na partida contra a Bósnia e Herzegovina e, pelo regulamento da Copa do Mundo, deveria cumprir suspensão automática nas oitavas de final.

Entretanto, o Comitê Disciplinar da FIFA anulou o cartão vermelho após um pedido de revisão que ganhou repercussão internacional. Segundo revelou a imprensa norte-americana, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrou em contato com o presidente da FIFA, Gianni Infantino, solicitando que o caso fosse reavaliado.

Trump alegava, sem apresentar provas, que o árbitro brasileiro Raphael Claus teria participado de uma suposta manipulação de resultados.

Posteriormente, Infantino afirmou que os órgãos disciplinares da FIFA atuam de forma independente e negou qualquer interferência política na decisão.

FIFA mantém confiança em Raphael Claus

Mesmo após as acusações feitas por Trump, a FIFA manteve respaldo total ao árbitro brasileiro.

O chefe de arbitragem da entidade reafirmou confiança no trabalho de Raphael Claus e confirmou que o brasileiro segue escalado para atuar normalmente no restante da Copa do Mundo.

Onana preocupa Bélgica

Nem tudo foi positivo para os belgas.

Durante o segundo tempo, o volante Amadou Onana deixou o gramado com uma lesão muscular e preocupa a comissão técnica para a sequência do torneio.

“Achamos que é uma lesão séria. Estamos esperando os resultados dos exames, mas não é uma boa notícia para a continuação desta Copa”, lamentou Rudi Garcia.

Agora classificada, a Bélgica aguarda seu próximo adversário nas quartas de final enquanto monitora a situação clínica de um de seus principais jogadores.

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