Revista Colorada
·25 de setembro de 2026
Técnico do Inter ainda não bateu o martelo sobre novo goleiro

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·25 de setembro de 2026

Pontos-chave
Pontos-chave sobre a indefinição do goleiro do Inter
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Eduardo Baptista foi apresentado e quer observar treinos e ouvir o treinador de goleiros antes de definir o titular.
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A disputa no gol já existia; Matheus Cunha vinha como titular e Anthoni voltou a ser opção em setembro.
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Baptista valoriza a capacidade presente mais que o retrospecto recente na decisão sobre o titular.
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Sergio Rochet está em recuperação de cirurgia de hérnia de disco e ainda precisa avançar fisicamente e tecnicamente para voltar a ser opção.
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Matheus Cunha sofreu 13 gols em dez partidas seguidas como titular, com nove gols em três jogos específicos contra Bahia, Grêmio e Santos.
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Até dezembro o Inter terá 10 compromissos para tentar frear a queda e evitar o segundo rebaixamento da história do clube.
O Inter apresentou Eduardo Baptista como novo técnico nesta quinta-feira, mas o comandante não pretende ter pressa para bater o martelo sobre um problema que incomoda o clube: a definição de quem será o goleiro titular diante do Corinthians, no dia 7, em casa. O novo técnico será avaliador antes de decidir — quer observar os treinos, conversar com o treinador especializado e depois eleger o titular.
A indefinição no gol não nasceu com a chegada do novo comando. Matheus Cunha se estabeleceu como titular, acumulou gols sofridos e abriu espaço para críticas da torcida, recolocando Anthoni na disputa. Agora, sob nova avaliação, nenhum dos dois tem garantia de nada.
O impasse na meta colorada não é novo e já existia antes da chegada do novo treinador. Em setembro, o Inter já havia reabererto a disputa pela posição, com Anthoni voltando a aparecer como possibilidade. Anthoni ganhou sua chance mais recente contra o São Paulo após Matheus Cunha apresentar síndrome gripal. A mudança aconteceu ainda no comando de Paulo Pezzolano, mas agora todos os concorrentes passam por uma nova avaliação sob Baptista.
O treinador não escondeu sua metodologia: “Eu já conheço o nosso treinador de goleiros há muito tempo. Passei confiança para ele e falei que vou estar ao lado dele para a gente tomar a melhor decisão. Pedi um tempo nesta semana e no início da semana que vem. Nós ainda temos um período antes do nosso jogo para que eu possa tirar as melhores conclusões, avaliar, ouvir o treinador de goleiros e tomar a decisão que seja melhor para o Inter”, disse Baptista ao Zonamista.
Ele deixou claro que não se prenderá ao desempenho recente de cada candidato — o retrospecto conta menos que a capacidade presente.
Sergio Rochet complica (ou enriquece) a análise que Baptista fará nos próximos dias. Recuperando-se de uma cirurgia para corrigir uma hérnia de disco, o uruguaio tem evoluído a cada etapa do tratamento.
A volta do Brasileirão sempre foi vista como uma data possível para o reaparecimento de Rochet nos planos do clube, mas para enfrentar o Corinthians ele ainda precisa avançar nas etapas físicas e técnicas estabelecidas pelo departamento médico.
Matheus Cunha carregou a maior parte do peso enquanto Rochet se recuperava. Em dez partidas seguidas como titular, o goleiro sofreu 13 gols — sendo 9 deles em apenas três jogos contra Bahia, Grêmio e Santos. Antes da partida contra a Chapecoense, torcedores também pediram uma mudança no gol. A sequência intensa de vazamentos alimentou o clamor pela substituição.
Até dezembro, o Inter terá 10 compromissos pela frente para frear a queda e evitar o segundo rebaixamento de sua história. Baptista sabe que a escolha do goleiro é apenas o primeiro passo de uma reconstrução maior que seu tempo será crucial em definir.







































