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Papo na Colina

·16 de janeiro de 2026

Técnico do Vasco diz que joia vale mais que oferta inglesa e explica gols sofridos

Imagem do artigo:Técnico do Vasco diz que joia vale mais que oferta inglesa e explica gols sofridos

A estreia vitoriosa do Vasco da Gama no Campeonato Carioca (4 a 2 sobre o Maricá) deixou o técnico Fernando Diniz satisfeito com o volume ofensivo, mas alerta com o sistema defensivo. No entanto, o ponto alto da entrevista coletiva desta madrugada (16) não foi tático, mas sim um apelo quase paternal pela permanência de Rayan. Diante da proposta milionária do futebol inglês, o treinador foi contundente ao aconselhar a joia e a diretoria.


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“Se fosse meu filho…”

Diniz não poupou palavras para dimensionar o talento do camisa 77. Para o comandante, vender o atacante agora, mesmo por 35 milhões de euros, seria um erro estratégico e desportivo.

“Não acho que é o momento dele sair para nenhum time por nenhum valor nesse momento. Falo desportivamente e pela ligação que tenho com ele. Se fosse meu filho, diria para jamais sair do Vasco nesse momento. Acho que ele merece ficar no Vasco e o Vasco merece que ele fique”, afirmou Diniz.

O treinador foi além, projetando um futuro de elite global para o garoto:

“O potencial dele é para ser um dos melhores jogadores do mundo, na minha opinião. Ele tem tudo”.

Segundo Diniz, Rayan é “insubstituível” e, se ficar mais uma temporada, sairá valendo muito mais e com status de Seleção Brasileira.

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Rayan é insubstituível segundo Fernando Diniz – Foto: Matheus Lima / Vasco

Análise do jogo do Vasco: “Vacilos” defensivos

Sobre a partida em São Januário, Diniz elogiou a “posse impositiva” e a capacidade de superação após a expulsão de Lucas Piton. Contudo, ele classificou os gols sofridos como “vacilos” que não podem se repetir.

O técnico rebateu as críticas sobre a altura da zaga (formada por Cuesta e Saldivia), citando o craque espanhol Sergio Ramos como exemplo de que impulsão e tempo de bola valem mais que estatura. Para ele, os gols do Maricá nasceram de erros de posicionamento e desatenção, não de falta de tamanho.

“O problema da bola defensiva não é um problema só de altura (…) O primeiro lance foi um descuido. Bateram curto, a gente não encurtou (…) E, no segundo gol, não tinha ninguém, a bola era aberta. Era claro que era uma bola de centro de área”, explicou.

Para o próximo duelo, domingo (18), contra o Nova Iguaçu, Diniz adiantou que a tendência é ter “bastante mexida” na escalação, visando rodar o elenco neste início de temporada.

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