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·25 de junho de 2026

Torcida mexicana repete atitude negativa de outras Copas do Mundo

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A vitória do México por 3 a 0 sobre a República Tcheca, pela última rodada do Grupo A da Copa do Mundo de 2026, ficou marcada por mais um episódio envolvendo a torcida mexicana. Durante o segundo tempo da partida disputada no estádio Azteca, torcedores voltaram a entoar gritos homofóbicos direcionados ao goleiro tcheco Matej Kovar. O resultado, no entanto, também garantiu uma marca histórica para a seleção e pela primeira vez, o México encerrou a fase de grupos de um Mundial com 100% de aproveitamento.

Mesmo com o resultado positivo dentro de campo, os gritos homofóbicos da torcida mexicana chamou atenção negativamente. A prática já é conhecida no futebol internacional e gerou diversas punições da Fifa ao longo dos últimos anos. Até o momento, a entidade máxima do futebol ainda não se pronunciou sobre os acontecimentos registrados durante o confronto válido pela última rodada da fase de grupos.


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O histórico de sanções envolvendo a seleção mexicana é extenso. Na Copa do Mundo de 2018, a Fifa multou a Federação Mexicana de Futebol após manifestações semelhantes da torcida durante a estreia contra a Alemanha. Já na Copa do Mundo do Catar, a seleção voltou a ser punida pelo mesmo motivo.

Casos recentes também ocorreram fora de competições oficiais. Em um amistoso contra o Brasil, disputado nos Estados Unidos em 2024, o goleiro Alisson foi alvo dos cânticos. Na ocasião, a partida chegou a ser interrompida para que uma mensagem contra as ofensas fosse exibida nos telões do estádio.

Na tentativa de combater a reincidência dos episódios, a Federação Mexicana de Futebol lançou em maio deste ano a campanha “A ola, sim, o grito, não”. A ação conta com a participação de ex-jogadores e personalidades do futebol mexicano, como Hugo Sánchez e Javier Aguirre, e busca incentivar manifestações da torcida nas arquibancadas sem a utilização de expressões discriminatórias.

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