Jogada10
·23 de junho de 2026
Torcida não pode xingar? Veja as regras da Fifa que têm causado surpresa

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·23 de junho de 2026

Não é novidade que a Fifa aplica protocolos especiais de comportamento nas Copas do Mundo. A cada edição, a entidade inclui novas regras, e os torcedores menos atentos são pegos de surpresa. Por exemplo: nas arenas dos Estados Unidos, falar palavrão vêm causando um puxão de orelha extra.
A organização do torneio posiciona dezenas de voluntários nas arquibancadas, e todos carregam o manual de conduta em seus aparelhos celulares. Assim, atos como protestos políticos, religiosos e discriminatórios são vetados. Mas xingamentos a um erro de uma jogada, algo corriqueiro no esporte, também têm punição. Primeiro, o fã é chamado a atenção por um agente. Na sequência, pode ser removido do estádio.
Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Rapha do Inglês (@raphadoingles)
Diferentemente dos últimos Mundiais, o inglês é o idioma dominante em 2026, até pelo fato de que os Estados Unidos abrigam grande parte dos jogos. Portanto, é mais fácil identificar palavras obscenas. Uma saída é falar em outra língua e evitar o risco.
“Nós, brasileiros, temos menos problemas com isso, mas já vi que gente sendo advertida em inglês. Aí depende de que idioma cada um fala (risos). Já fui ao Mundial da Rússia (em 2018) e agora tem muito mais fiscalização”, revelou Breno Oliveira, advogado carioca de 37 anos.
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Almirón cobriu a boca ao falar e infringiu o protocolo da Fifa contra racismo – Foto: Reprodução
Bandeiras e cartazes: Faixas e bandeiras não podem exceder a medida de 2m × 1,5 m.
Restrição de instrumentos: Apitos, buzinas de ar e as famosas vuvuzelas são proibidos por motivos de segurança e para evitar barulho excessivo, como ocorreu na Copa de 2010, na África do Sul.
Comportamentos em campo: Torcedores devem permanecer com os pés no chão, ou seja, não podem subir as cadeiras. Em caso de reincidência após advertência, devem ser removidos.
No campo, há três novas medidas importantes que já fizeram parte de diferentes jogos. Contra a Turquia, o meia-atacante paraguaio Miguel Almirón recebeu um cartão vermelho por falar com um adversário tapando a boca. Após o caso de rascismo com Vini Jr, em que o argentino Prestianni, do Benfica, foi suspenso posteriormente, isso virou prioridade para evitar suposições.
Já o goleiro da República Democrática do Congo fez cera na reposição de bola, em duelo com Portugal, na primeira rodada. Por isso, causou um escanteio para o rival, após o árbitro aplicar a regra. Em Bélgica x Irã, por sua vez, um iraniano atrasou a substituição em mais de dez segundos. Seu companheiro, assim, teve que esperar a bola parar e só entrou dois minutos depois.
Curiosamente, todas essas ocorrências foram em jogos nos Estados Unidos. Vale lembrar que México e Canadá também são sedes e recebem a Copa do Mundo até as quartas de final. Todos os anfitriões fazem ótima campanha e vão jogar a segunda fase do Mundial.







































