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·02 de fevereiro de 2026
Três empurrões e um golo validado ao FC Porto

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O FC Porto chegou ao intervalo a perder por 2-0 e tudo indica que acabará por ganhar o jogo por 3-2. Basta olhar para o primeiro golo dos azuis e brancos para perceber porquê. É só escolher os empurrões.
Em Braga, foi anulado um golo ao Benfica por muito menos. Em Rio Maior, o FC Porto teve direito a três empurrões nas costas dentro da área adversária e, ainda assim, o árbitro e o VAR entenderam que o golo devia ser validado.

Já nem vale a pena discutir dois dos três empurrões, que alguns até podem dizer que passaram despercebidos. O problema é o empurrão de Pablo Rosario, autor do golo. Esse é claro, evidente e decisivo. Empurra o adversário de forma inequívoca antes de finalizar. É falta em qualquer parte do campo. Aqui, curiosamente, não é nada.
E quem anda atento sabe que isto não vai ficar por aqui. Ainda há muito jogo para jogar e o menu costuma ser variado. Expulsões cirúrgicas, erros forçados dos adversários ou o penálti da praxe. As opções estão sempre disponíveis quando é preciso virar resultados.
A dualidade de critérios volta a ficar exposta. O que num campo invalida golos, noutro serve para os validar. As regras são as mesmas, mas a aplicação muda conforme a camisola. E enquanto assim for, o desfecho de muitos jogos parece escrito muito antes do apito final.








































