Tristeza por Arrascaeta, ‘guerra com Estudiantes’ e Data FIFA: as respostas de Léo Ortiz, do Flamengo, em entrevista no CT | OneFootball

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Coluna do Fla

·01 de outubro de 2026

Tristeza por Arrascaeta, ‘guerra com Estudiantes’ e Data FIFA: as respostas de Léo Ortiz, do Flamengo, em entrevista no CT

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Léo Ortiz concedeu entrevista nesta quinta-feira (01) no Ninho do Urubu


Após o treinamento desta quinta-feira (01), Saúl, Joaquín Freitas e Léo Ortiz atenderam a imprensa no Ninho do Urubu. O zagueiro projetou os duelos com o Estudiantes (ARG) na Libertadores, destacou a importância da Data FIFA e lamentou a lesão de Arrascaeta.

— Lógico que a gente fica muito triste pelo momento que ele (Arrascaeta) vinha tendo, pela importância que ele tem no grupo, não só dentro de campo. Fora de campo ele ainda vai poder nos ajudar com a liderança que ele tem no dia a dia. Mas lógico que a gente perde um grande jogador —, disse Léo Ortiz.


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— Mas ano passado, eu fiquei fora por boa parte, o Pedro também e outros se levantaram e tomaram conta do lugar. Foram tão importantes quanto quem vinha jogando. Então, tenho certeza que a gente tem um grupo muito forte que vai dar conta do recado mesmo com essas perdas —, acrescentou o zagueiro.

SEQUÊNCIA DA TEMPORADA

Léo Ortiz também falou sobre os objetivos do Flamengo na temporada. Líder do Brasileirão, o Mais Querido está três pontos na frente do Palmeiras. Além disso, há duas batalhas com o Estudiantes (ARG) por uma vaga na final da Copa Libertadores da América.

— Hoje o objetivo é sustentar essa liderança, de repente abrir uma vantagem. A gente sabe que é muito difícil, eu sempre falo que é uma margem muito pequena entre Flamengo e Palmeiras ali na frente. Não dá para dar brecha, não dá para achar que as vitórias vão vir naturalmente. Nós temos que ir atrás e na Libertadores a gente sabe os dois jogos que a gente tem —, falou Ortiz.

— Contra o Estudiantes, a mentalidade que a gente tem que entrar, porque, principalmente o primeiro jogo vai ser um jogo muito, muito difícil, um jogo muito duro. A gente já experimentou essa atmosfera no passado e conseguimos passar, mas num jogo muito apertado. Esse tempo faz com que a gente continue trabalhando a nossa confiança, mas também limpe a cabeça e nos dê mais energia, porque sabe que vai ser muito decisiva essa última parte do campeonato — acrescentou.

Ainda na entrevista aos jornalistas, Léo Ortiz destacou a importância da Data FIFA neste momento da temporada e se aprofundou na análise sobre o Estudiantes. O zagueiro falou principalmente de Guido Carrillo, centroavante e alvo de praticamente todas as bolas do time de La Plata.

DATA FIFA

“Esse tempo é importante para espairecer um pouco a cabeça no meio de tantas decisões que a gente teve no último mês e vai ter agora nos próximos. Então é importante para dar aquela limpada na cabeça, recuperar fisicamente também quem vinha jogando bastante. Então, é importante para colocar algumas ideias que acabam sendo perdidas pela quantidade de jogos e você não consegue treinar, então, importante também na parte tática. E agora é focar nessa sequência que a gente tem, que sabe que, que vai ser de muitas decisões pela frente e tenho certeza que vamos estar muito preparados”.

MAIS SOBRE O ESTUDIANTES

“Eles sabem mais ou menos como a gente joga já, pela quantidade de jogos que a gente se enfrentou, a gente também conhece muito, individualmente, os jogadores também, porque não muda tanto, né? A base do time deles também passa muito ali pelo centroavante, que é o Carrillo, que jogou ano passado já, que jogou esse ano contra a gente, Passa muito por um jogo de primeira bola em cima dele, que é um cara muito forte, então, a gente tem que estar muito focado nisso, acho que é o aprendizado que a gente tem, a gente sofreu um pouco com eles ano passado no jogo lá. Mas vai ser uma outra atmosfera também, porque lá foi um jogo mais condicionado, porque a gente tinha vencido em casa, então, era outro contexto, né? Esse ano a gente vai para o primeiro jogo lá e para decidir em casa depois, então, acho que pode ser que eles se portem um pouco diferente do que foi ano passado, Mas é um time que passa muito por ele, é um jogador muito referência do time deles. Tem jogadores altos que apostam muito na bola parada, então, são coisas que a gente tem que trabalhar durante essas semanas e tá muito concentrado, porque esses detalhes fazem muita diferença num jogo de mata-mata.”

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