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·16 de março de 2026
Um por rodada: Brasileirão já tem seis técnicos demitidos em 2026

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O calendário do futebol brasileiro mudou em 2026, mas a prática dos times com seus treinadores segue exatamente a mesma. Antes mesmo do complemento da sexta rodada do Brasileirão, o sexto treinador já foi para a fila do desemprego: Tite, demitido do Cruzeiro depois do empate com o Vasco.
Se a média é de uma demissão por rodada, os números são ainda mais impressionantes se considerarmos que o primeiro demitido foi Jorge Sampaoli, na terceira rodada, depois do empate em 3 a 3 contra o Remo. O anúncio oficial da mudança aconteceu no dia 12 de fevereiro, 31 dias antes da demissão no rival Cruzeiro.
A disputa dos campeonatos estaduais concomitantemente com o torneio nacional também serviu para aumentar os números. Afinal, o Vasco foi o segundo a mudar de comando no Brasileirão, mas como consequência de uma derrota no Campeonato Carioca, diante do Fluminense, que acabou sendo a gota d'água para Fernando Diniz. Juan Carlos Osório sofreu o mesmo no Remo, perdendo o emprego depois da derrota na primeira final do Parazão.
Tivemos também demissões que não foram relacionadas a um resultado imediato. Filipe Luís, no Flamengo, caiu depois da goleada por 8 a 0 sobre o Madureira, classificando o Fla para a final do Carioca. No São Paulo, Hernán Crespo deixou o time dividindo a liderança do Brasileirão, mas com episódios de desgaste interno por conta do discurso do argentino em entrevistas.
A última vítima (por hora) é Tite, que cai uma semana depois de comemorar o título do Campeonato Mineiro com o Cruzeiro. Durante a festa do título, o treinador chegou a receber a já folclórica declaração de "prestígio" do dono da SAF da Raposa, Pedro Lourenço, que apontou o título como uma "prova" do trabalho do treinador e ainda garantiu: "A gente contratou porque acredita nele".









































