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·31 de março de 2026

Vai ter lei do ex? Volante do Bahia reencontra time pelo qual mais atuou na carreira

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Erick foi comprado pelo Bahia em 2025 após a queda do Athletico Paranaense para a Série B. A vinda do meio-campista custou quase R$ 30 milhões aos cofres do Esquadrão de Aço e, desde então, o jogador se destaca pela regularidade quando é acionado por Rogério Ceni iniciando jogos ou saindo do banco.

Nesta rodada do Brasileirão, o camisa 14 do Bahia vai enfrentar pela primeira vez a sua ex-equipe e pela qual fez uma longa história com quase 300 jogos disputados em seis temporadas consecutivas como titular na maior parte do tempo.


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Depois de um começo goleador no ano passado, o volante sofreu uma grave lesão que impediu a sua progressão na primeira temporada com a camisa tricolor, e o fez voltar ainda em baixa intensidade no fim da Série A.

Já em 2026, ele novamente inicia como um dos principais jogadores do elenco, mesmo revezando entre a titularidade e o banco de reservas. Não à toa, é o vice-artilheiro do elenco do Bahia, atrás apenas do centroavante Willian José.

Em alta no Bahia, Erick tem reencontro com ex-time e antigos companheiros

Antes de chegar ao Bahia, Erick havia feito um ano de 2024 com um total de 64 jogos, seis gols e duas assistências. No ano anterior, ele havia anotado oito gols e seis assistências em 59 jogos.

Em seis temporadas defendendo a equipe paranaense, entre 2019 e 2024, Erick fez:

Em seus primeiros anos, o meio-campista atuava em função mais defensiva, ganhando espaço para subir ao ataque e elevar seus números ofensivos a partir de 2022.

Os números duas suas últimas temporadas pelo Athletico atraíram a atenção da diretoria do Bahia, que identificaram um meio-campista com o perfil semelhante ao de Jean Lucas, podendo oferecer força na região central e chegada ao ataque com qualidade. As características de jogo têm sido comprovadas no Tricolor.

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Foto: Divulgação / Athletico

Erick disputa titularidade como “primeiro volante” do Bahia

Com Jean Lucas assegurado no time e Everton Ribeiro de volta após lesão, a única vaga em disputa no meio-campo é a de “frente de zaga”.

Erick e Caio Alexandre são os principais concorrentes ao setor, tendo em vista que Nico Acevedo tem atuado como lateral-direito. Caso Rogério Ceni opte por recolocar Gilberto como titular, então o uruguaio passa a ser mais uma opção de concorrência pela posição de volante defensivo.

Mesmo com mais características ofensivas em relação a Caio e Nico, Erick ganhou espaço nessa função justamente com a ida de Acevedo à lateral a partir do Ba-Vi da final estadual.

Nessa nova função, ele mostrou dinamismo ao entregar boas atuações defensivas e continuar mostrando destaque no ataque, como fez no Ba-Vi do Brasileirão e contra o Internacional.

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