Esporte News Mundo
·22 de janeiro de 2026
Vanderlan, do Red Bull Bragantino, passa por procedimento no cérebro em São Paulo

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·22 de janeiro de 2026

O lateral-esquerdo Vanderlan, ex-Palmeiras e atualmente no Red Bull Bragantino, foi submetido a um procedimento neurocirúrgico na última terça-feira (20), no hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo.
Segundo informações divulgadas pelo Massa Bruta, o jogador de 23 anos apresentou, no fim de 2025, um quadro infeccioso acompanhado de fortes dores de cabeça (cefaleia). Durante a realização de exames, foi constatada uma alteração cerebral, diagnosticada como Malformação Arteriovenosa Cerebral (MAV), o que levou à indicação de intervenção cirúrgica.
A cirurgia foi realizada pelo neurocirurgião Dr. Feres Chaddad, referência no tratamento da MAV, e contou com a aprovação do Red Bull Bragantino, do atleta e de seus familiares. O procedimento ocorreu com sucesso.
No momento, Vanderlan passa bem e se recupera normalmente. O lateral dará início ao processo de reabilitação junto ao clube e a expectativa é de que retorne aos treinos nos próximos meses.
Em nota oficial, o Red Bull Bragantino explicou o que é a Malformação Arteriovenosa Cerebral (MAV):
“A malformação arteriovenosa cerebral, ou MAV, é uma alteração congênita nos vasos sanguíneos do cérebro, ou seja, a pessoa já nasce com ela. Normalmente, o sangue sai das artérias, passa por vasos bem pequenos (capilares) e só depois chega às veias. Esses capilares funcionam como um ‘freio’, controlando a pressão do sangue.
Na MAV, esse ‘freio’ não existe. As artérias se ligam diretamente às veias, fazendo com que o sangue passe muito rápido e sob alta pressão. Com o tempo, isso pode deixar os vasos frágeis, aumentando o risco de rompimento e sangramento no cérebro.
O tratamento varia conforme cada pessoa, levando em conta fatores como idade, sintomas, tamanho e localização da MAV, além da presença ou não de sangramento prévio. Em alguns casos, apenas o acompanhamento médico regular é suficiente. Em outros, pode ser indicada cirurgia, embolização ou radiocirurgia, podendo haver a combinação de técnicas. A escolha do tratamento deve ser individualizada e feita por equipe especializada.”







































