RTI Esporte
·23 de agosto de 2026
Vasco prioriza brasileiros e muda estratégia no mercado

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·23 de agosto de 2026

O Vasco mudou a estratégia no mercado de transferências após as chegadas de Santiago Sosa e Facundo Colidio. O diretor esportivo Admar Lopes passou a priorizar jogadores brasileiros para reforçar o elenco nesta janela de transferências.
A Agência RTI Esporte apurou que a situação interfere diretamente na estratégia traçada pelo português. Os dois argentinos elevaram para dez o número de estrangeiros no grupo comandado pelo técnico Pedro Emanuel.
Por isso, a nacionalidade passou a ser um dos fatores considerados pela diretoria na análise dos nomes disponíveis. O limite para cada partida das competições nacionais é de nove atletas de fora do país relacionados.
A mudança afeta principalmente duas posições consideradas prioritárias: centroavante e zagueiro. Bruno Duarte, do Estrela Vermelha, da Sérvia, e Diego Carlos, do Fenerbahçe, da Turquia, aparecem entre os principais nomes trabalhados pelo clube.
A contratação de um centroavante brasileiro é uma das prioridades do Vasco. Nesse cenário, Bruno Duarte ganhou força dentro do planejamento da diretoria. O atacante pertence ao Estrela Vermelha e já vinha sendo negociado pelo clube carioca.
Agora, o fato de ser brasileiro também pesa favoravelmente na operação. A contratação de Bruno Duarte permitiria ao Vasco reforçar o setor ofensivo sem aumentar o número de estrangeiros disponíveis para as partidas nacionais.
O jogador, portanto, reúne dois fatores considerados importantes pelo técnico Pedro Emanuel: características para atuar como referência no ataque e nacionalidade compatível com a atual composição do elenco.
Na defesa, por exemplo, Diego Carlos permanece como principal objetivo do Vasco. O zagueiro do Fenerbahçe é tratado como plano A pela diretoria cruzmaltina. A negociação, entretanto, ganhou um obstáculo.
O Parma avançou nas conversas com o clube turco para tentar contratar o defensor por empréstimo. Diante da concorrência, o Vasco também consultou Arthur Chaves, do Hoffenheim, Gabriel Pereira, do Copenhagen, e Luiz Felipe, do Rayo Vallecano, foram avaliados.
Até o momento, porém, nenhuma dessas alternativas apresentou avanço significativo. O clube mantém Diego Carlos como prioridade, mas monitora o mercado para evitar ficar sem opção para qualificar o elenco.
A preferência por brasileiros não significa que o Vasco tenha descartado completamente jogadores estrangeiros. A diretoria continua procurando um camisa 8 e considera alternativas no exterior. As conversas por Nelson Deossa, por exemplo, esfriaram.
Com isso, o clube passou a avaliar outras possibilidades para reforçar o meio-campo. Nesse caso, uma eventual contratação estrangeira exigiria atenção à composição da lista de relacionados. O Vasco precisa administrar o limite de nove atletas estrangeiros por partida.
Além do centroavante, do zagueiro e do camisa 8, o clube ainda trabalha outra posição no mercado. A diretoria terá de definir quais negociações podem avançar sem aumentar o problema provocado pelo limite de estrangeiros.
A estratégia, portanto, ficou mais clara: buscar brasileiros sempre que houver alternativas competitivas. Ao mesmo tempo, o Vasco mantém o mercado internacional aberto para posições consideradas essenciais.
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