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·25 de março de 2026

Vazou o segredo: analista expõe mudança tática que transformou o Flamengo

Imagem do artigo:Vazou o segredo: analista expõe mudança tática que transformou o Flamengo

A chegada de um novo treinador sempre gera muita expectativa nas arquibancadas, mas o que vem acontecendo dentro de campo no Flamengo recentemente chama a atenção até dos especialistas mais rigorosos. O analista Raphael Rabello, do canal Falando de Tática, decidiu mergulhar fundo nos primeiros cinco jogos da equipe sob o comando de Leonardo Jardim e abre o jogo sobre o que realmente mudou nos bastidores.

Após dissecar mais de 150 lances de saída de bola, a conclusão da análise impacta diretamente a visão da torcida sobre o nível técnico do nosso atual elenco.


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O legado aprimorado e a nova estrutura

O grande mérito da nova comissão técnica nesse início de trabalho foi a inteligência de não descartar o que já funcionava.

O levantamento expõe que o português manteve algumas características fortes da gestão anterior, como a famosa condução de bola para atrair a marcação, mas não demorou para implementar a sua própria identidade agressiva.

A estrutura de construção, que muitas vezes varia para uma saída com três defensores e apenas um volante centralizado, deixou a transição ofensiva do time muito mais versátil e letal.

Essa rápida fluidez tática supera as expectativas mais otimistas que a diretoria tinha para o primeiro mês de trabalho.

O time aprendeu a construir com paciência, rodando a bola até encontrar a brecha perfeita. Peças fundamentais como Jorginho e Pulgar receberam a liberdade e a orientação de Leonardo Jardim para conduzir a bola e "queimar linhas", eliminando os adversários em progressões corajosas que furam completamente as retrancas.

A inteligência do elenco e o papel de Rossi

A velocidade com que os jogadores assimilaram essas novas ideias desmancha qualquer dúvida sobre a capacidade técnica e mental do plantel rubro-negro.

O nível cognitivo dos atletas domina o debate tático, provando que eles sabem ler os espaços deixados no campo.

Laterais como Alex Sandro entenderam a importância de fazer a ultrapassagem para arrastar os marcadores, enquanto Agustín Rossi continua sendo uma ferramenta vital, participando ativamente com os pés para gerar superioridade numérica desde a pequena área.

Verticais na hora certa

Apesar de valorizar a posse de bola, o time não tem o menor receio de ser direto quando o cenário do jogo exige.

A grande evolução notada pelo analista é que o Flamengo atual sabe exatamente a hora de acelerar a jogada, acionando o atacante Pedro com passes pensados ou até mesmo usando lançamentos longos quando existe uma vantagem física favorável no alto.

Essa riqueza de repertório serve como um duro alerta para os próximos adversários, que enfrentarão um Mengão cada vez mais imprevisível, letal e no controle absoluto do ritmo da partida.

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