Zerozero
·22 de julho de 2026
Velhos conhecidos e muita juventude à mistura: os destaques do FC Porto em Barcelos

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·22 de julho de 2026

Na primeira amostra pública do FC Porto em 2026/27, Francesco Farioli geriu a matéria-prima à disposição, depois do duelo que culminou num triunfo diante do Leixões na manhã desta quarta-feira. Em Barcelos, o técnico italiano lançou um onze alternativo, mas com muitos pesos-pesados que conduziram a equipa ao título de campeão nacional na última temporada.
Com mexidas registadas apenas a partir dos 71 minutos, os dragões partiram para uma reta final de jogo recheados de juventude na vez de muitas das caras habitualmente mais rodadas.
Tendo isto em conta e como já vem sendo hábito, o zerozero compilou uma lista de jogadores que mais sobressaíram na parte, sem descurar na avaliação aos reforços e aos miúdos lançados pelo treinador transalpino.
Rodrigo Mora: muito inteligente a aproveitar o espaço concedido pelo Gil Vicente entrelinhas, foi uma grande dor de cabeça para Elimbi, Buatu e companhia. Atirou a contar num lance que viria a ser invalidado, mostrando-se imprevisível pela forma como foi desvendando soluções para desequilibrar com a bola no pé. Mostrou credenciais para uma época de total afirmação.
Frohloldt: com Alan Varela ao lado, o internacional dinamarquês liderou a pressão asfixiante com que os dragões brindaram os galos na reta inicial da partida, sendo o principal responsável pela inoperância anfitrião. Ao nível que habituou os adeptos do futebol português.
Francisco Moura: um dos grandes municiadores do ataque dos azuis e brancos com constantes subidas pela esquerda, o lateral português foi das unidades em maior destaque e com maior consistência ao longo do encontro. Parte na frente pelo lugar no lado canhoto da defesa dos campeões nacionais.
Eirik Granaas: proveniente do Fredrikstad, este médio centro norueguês, de apenas 16 anos, deixou alguns pormenores capazes de deixar água na boca aos adeptos. É certo que tem tempo para crescer, mas certamente que os movimentos gizados em frente à área gilista - zona onde procurou definir e criar problemas - deixaram a massa adepta azul e branca descansada quanto ao futuro.
Luís Gomes: apesar do grande volume ofensivo dos azuis e brancos, o jovem formado no Olival deu primazia à segurança defensiva e não concedeu veleidades mesmo com as incursões de Joelson Fernandes. Cumpriu até sair de cena.
Tiago Andrade: entrou para a lateral direita apesar da sua posição natural ser uns metros mais à frente. Não fica isento de culpas no momento do golo, num pormenor de um jovem atleta que entrou atrevido e que até esteve perto de marcar do meio da rua. Com vontade e capacidade para crescer.
Eduardo Ferreira: lançado aquando de Tiago Andrade, surgiu um pouco mais apagado. A reta final repleta de mudanças na equipa também não ajudou.
Gabriel Brás: apareceu ao lado de Nehuén Pérez no eixo defensivo azul e branco a tempo de ser testado algumas vezes pelas incursões dos gilistas.
Yoan Pereira: rendeu Francisco Moura numa altura em que a partida mais se estava a descaracterizar e não beneficiou com o crescimento tardio dos galos.
Duarte Cunha: apareceu com genica suficiente para incomodar a defensiva do Gil Vicente, tendo tentado algumas combinações promissoras com Granaas e companhia limitada.
Tiago Silva: apesar do momento de menor fulgor portista no momento em que entrou, tentou dar um ar da sua graça com algumas tentativas de reação à desvantagem.
Mateus Mide: à semelhança dos companheiros de setor que deram entrada na partida, procurou dar a melhor resposta face ao contexto da partida.
Bernardo Lima: procurou ajudar a equipa no momento em que os galos mais carregaram sobre o último terço dos azuis e brancos.







































