Veríssimo é apresentado no Santos e relembra saída em 2021: “Jamais pedi para não jogar” | OneFootball

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·17 de março de 2026

Veríssimo é apresentado no Santos e relembra saída em 2021: “Jamais pedi para não jogar”

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Lucas Veríssimo foi apresentado nesta terça-feira (17) como novo jogador do Santos, na sala de imprensa da Vila Belmiro, e utilizará a camisa 4 em sua nova passagem pelo clube. Dessa maneira, em entrevista coletiva, o zagueiro relembrou sua saída conturbada em 2021 para o Benfica e disse estar mais “maduro” e “dedicado”.

“Na verdade, ocorreram várias coisas comigo aqui dentro em termos de propostas e promessas não cumpridas em relação a mim. Não é um tema que gostaria de tocar hoje, que tem que vir à tona. O torcedor tem que entender que jamais pedi para não jogar. Teve um desentendimento por conta disso. Quando se fala algo tem que cumprir e não se cumpriu. Depois as coisas correram bem. Fiz um baita jogo naquele dia e chegamos na final da Libertadores, que eu não quero nem lembrar porque vocês sabem”, afirmou o jogador, citando o vice-campeonato da competição continental para o Palmeiras.


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Lucas Veríssimo vai vestir a camisa 4 em seu retorno ao Peixe – Foto: Reprodução / Santos TV

Aliás, Veríssimo foi apresentado por Alex, zagueiro campeão brasileiro pelo Peixe em 2002 e 2004. O novo reforço revelou ter recebido sondagens de outros clubes, porém chamou o Santos de “casa” para justificar sua escolha. Assim, o clube pagará R$ 24,4 milhões para ficar com o defensor por três anos.

Veríssimo atuava no Catar antes de chegar ao Santos

“Realmente, tiveram conversas, outros clubes interessados. Isso é bom para o atleta, mas o Santos é minha casa. Meus filhos nasceram aqui, eu cresci aqui. Temos uma história aqui dentro e quero dar uma continuidade e, grande como o Santos é, com títulos. Essa é minha intenção. Pelo que vimos não teve ponto final minha história aqui. Estou muito feliz que o Santos me abriu as portas. Espero continuar fazendo história que foi interrompida por uma venda. Posso dizer ao torcedor que sou o mesmo atleta de antes, mais experiente e dedicado”.

Antes de acertar com o Santos, Lucas Veríssimo estava no Al-Duhail, do Catar. No entanto, estava emprestado ao Al-Wakrah. Com a guerra entre Irã, Israel e Estados Unidos, os jogos foram suspensos, e o jogador passou a treinar sozinho em casa. Em seguida, voltou ao Brasil.

“Estou pronto, sim. Vinha jogando, estava com ritmo. Conversei com o professor sobre esse tema. Teve uma guerra, uma pausa longa, onde continuei trabalhando. Se depender da vontade, eu estou com muita. Deixa para eles decidir se eu estou 100% para ajudar ou não”, afirmou.

O defensor falou ainda sobre como pode jogar no Santos. De acordo com Veríssimo, ele está preparado para qualquer esquema, a depender do que o técnico Juan Pablo Vojvoda decidir.

“Já joguei em linha de três, de quatro ou cinco defensores, já fiz lateral aqui em Santos. Em várias funções. Independente disso, temos que nos adaptar e ajudar ao Santos. Tenho proximidade com o Luan Peres, conversei bastante com ele. Com outros jogadores que já joguei na base. Bom reencontrar eles, ver eles mais maduros. Mas a cabeça é em ajudar o Santos e a brigar lá em cima”.

Número de jogos bem abaixo no Oriente Médio

“Nos conhecemos muito bem, nos entendemos. É um grande jogador. Voltou mais maduro, assim como eu. Se for para jogar com ele, ele jogar com o Zé, eu jogar com o Zé ou com Adonis. Quem for jogar tem que pensar em ajudar ao Santos. Temos números bons, vivemos momentos bons. Temos que evoluir o mais rápido possível. Uma defesa sólida ajuda a equipe”.

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Veríssimo pode estrear já nesta semana – Foto: Reprodução / Santos TV

Na coletiva, o zagueiro também falou sobre a rotina no Catar e o número de jogos, bem inferior ao que é praticado no Brasil. Assim, afirmou que o preparador físico do Santos sabe das suas condições.

“Durante esse período estive em contato com o Luis, preparador físico. Ele acompanhou meus treinos individuais no Catar. Ele sabe das minhas condições, como estou. Tem que deixar para o professor se ele acha que posso ajudar a equipe. Em relação a guerra, passamos dias complicados, difíceis. Uma situação inusitada que não desejo para ninguém. Dias de apreensão, sem saber quando poderíamos voltar. Iniciamos a negociação dois dias antes da guerra começar. A guerra só foi um ponto a mais para querer 100%. Estamos nos sentindo acolhidos, seguros. Agora é dar sequência no trabalho”, disse o atleta, antes de completar:

“Estamos de volta à loucura de jogos. É bom. Loucurinha boa. Lá são jogos semanais, poucos jogos e poucas equipes. Estava com ritmo de jogo. O que quebrou foi esse período individual. Me sinto bem, fiz treinos com a equipe. Agora vai do feeling do professor saber como posso ajudar a ele”.

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